18 de dezembro de 2017
Entrevista
5 de dezembro de 2017 - 16:02

Solo estruturado

Na entrevista do mês à revista Agro DBO, o engenheiro agrônomo Paulo D'Andrea, diretor de P&D da Microgeo, fala sobre biodiversidade, adubação, mineralização e outros temas relacionados ao manejo de fertilidade.

O entrevistado do mês da Agro DBO é o engenheiro agrônomo Paulo D’Andrea, graduado na faculdade de Pinhal (SP), que se sente confortável quando o chamam, ou quem sabe o acusam, de ser um agrônomo natureba, eis que, desde sua formação, em 1978, focou sua especialização em conservação de solo e nutrição vegetal. Logo após a graduação, Paulo D’Andrea associou-se a um empresário da sua região de origem (Limeira, SP) e adjacências, onde sua família é tradicional e atuante nas atividades rurais, para fundar no ano de 2000 a Microgeo, uma empresa focada na biologia dos solos, em complemento aos estados físicos e químicos, como fator primordial para que se obtenha melhoria da produtividade das lavouras.

Paulo D’Andrea, palmeirense simpatizante e não fanático, fiel às suas origens italianas, é diretor de P&D, Pesquisa e Desenvolvimento da Microgeo, e conversou longamente com o editor-executivo da Agro DBO, Richard Jakubaszko, onde detalhou sua paixão pelo assunto, que entende seja a forma ideal de se preservar o planeta para as gerações atuais e futuras.

Agro DBO – Como é que se chega a resultados favoráveis, dentro dessa história de equilíbrio biológico de solo?

Paulo D’Andrea – O nosso trabalho valoriza justamente essa integração dos aspectos físicos, químicos e biológicos do solo, inclusive a biologia no sentido de sanidade, porque incentivamos a máxima biodiversidade biológica no solo. Tudo isso foi baseado em uma tecnologia que desenvolvemos a partir de 2000, inicialmente em parceria com a Esalq, Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Piracicaba- SP). Esse trabalho resultou num meio de cultura, ou substrato, que denominamos como microgeo. Não como proteção de mercado, mas como atestado de boa conduta, microgeo é uma patente de invenção. Essa patente demonstra que o conhecimento brasileiro pode desenvolver tecnologias factíveis e comerciais para uso em ambiente tropical, para buscar benefícios nos processos agrícolas de produção de alimentos.

A matéria completa está na edição de dezembro da Revista Agro DBO. Assinantes também podem lê-la na edição digital.

Fonte: Agro DBO 95

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