18 de dezembro de 2017
Mercado
10 de novembro de 2017 - 17:15

Indicador do Cepea na berlinda

Em meio a críticas de que o índice poderia ser manipulado, pesquisa informal com pecuaristas de 11 Estados revela que apenas um terço deles informa regularmente o preço de venda de sua boiada ao Cepea.

Em qualquer seminário/simpósio sobre o mercado pecuário de gado de corte, há quase sempre alguém na plateia que levanta dúvidas sobre a qualidade das pesquisas de informação de preços que resultam na formação do Indicador Esalq/B3 (antiga BM&F Bovespa) do boi gordo, elaborado pelo Cepea - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da USP de Piracicaba-SP (Esalq).

Normalmente, os debates em torno desse assunto ficam restritos ao “calor do evento”, tendo pouco ou nenhuma influência nos trabalhos diários da equipe do Cepea, que hoje se esforça para aumentar a base de informantes que resulta na composição do índice do boi gordo e outros 24 indicadores regionais (veja entrevista com o professor Sergio De Zen, da Esalq, na pág. ao lado).

No entanto, uma pesquisa recente coordenada pelo pecuarista goiano Rodrigo Albuquerque, analista do blog “Notícias do Front” (inserido no portal www.nf2r.com.br), ajuda a colocar, ordenadamente, luz sobre o tema, apontando de maneira esclarecedora o que pecuarista pensa hoje sobre os tradicionais indicadores que balizam os negócios diários envolvendo o boi gordo.

A matéria completa está na edição de novembro da Revista DBO. Assinantes também podem lê-la na edição digital.

Fonte: DBO 445

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