18 de novembro de 2017
Reprodução
14 de agosto de 2017 - 14:20

Quem é quem no ranking de resultados em IATF

Grupo Gerar divulga lista de touros melhor posicionados nas centrais de inseminação, em função do resultado apresentado pelas matrizes inseminadas por IATF na estação reprodutiva de 2016/2017.

Denis Cardoso

Um dos pontos fortes do Gerar (Grupo Especializado em Reprodução Aplicada ao Rebanho), que completou 11 anos, é o seu banco de dados de IATF (inseminação artificial em tempo fixo), que é “alimentado” anualmente pelos 250 técnicos integrantes do grupo, que hoje assistem em torno de 1.300 fazendas de gado de corte no Brasil, além de alguns países da América do Sul. Somente na última estação de monta (2016/2017), foram compilados mais de 1 milhão de protocolos de IATF, o que contribuiu para o acervo de quase 4 milhões de dados de inseminações desde a sua criação.

Em meio a este calhamaço de informações zootécnicas, que servem como bússola para orientar as decisões mais importantes dos técnicos de campo para a estação de monta subsequente, destaca-se o ranking dos touros do Gerar Corte 2017, uma robusta lista com mais de 400 reprodutores utilizados pelos técnicos do grupo em programas de IATF, que revela os resultados individuais de fertilidade durante a estação de monta, além de outras três informações importantes: total de inseminações acumuladas na última temporada e o número de técnicos e de fazendas que utilizaram esse sêmen.

No ranking do Gerar estão disponíveis informações de touros que apresentaram taxa de prenhez igual ou acima de 50% na estação 2016/2017. Com tanta informação, DBO optou por mencionar apenas os chamados “touros referência” do ranking de 2017, cujo sêmen é largamente utilizado em fazendas adeptas da IATF e por uma grande quantidade de técnicos que atuam com reprodução (veja tabela na pág. 104). Além de acumular um histórico de sucesso em programas de IATF, esses reprodutores se destacam em características genéticas de alta importância ao pecuarista, tais como ganho de peso à desmama e ao sobreano, cobertura de musculatura na carcaça, acabamento de carcaça, área de olho de lombo e marmoreio, entre outras.

A matéria completa está na edição de agosto da Revista  DBO. Assinantes também podem lê-la na edição digital.
 

Fonte: DBO 442

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