Para os gregos, Gypso. Para romanos, Gypsum e para nós, Gesso. Segundo
relatos de Benjamin Franklin, em 1776 na Filadélfia, “This land are been plastered” (Tradução livre: “Esta terra tem sido gessada”). Isso para mostrar o quanto é antigo seu uso.
De lá para cá, inúmeros escritores, naturalistas e professores mencionavam o uso do gesso na recuperação de solos, no aumento de produção da uva e tantos outros benefícios para a agricultura. Recentemente, a “novidade velha”, volta a despertar a atenção de uns e curiosidade dos produtores interessados em ganhos de produtividade em meio a custo alto de produção, para ‘produzir’ raízes nas plantas para melhor nutrição e, principalmente, absorção de água. Na década de 80 publicam-se trabalhos, promove simpósios e desperta a pesquisa para quantificar doses de gesso para uso em solos no Brasil.
Em outros países como Estados Unidos, África do Sul, Austrália, etc., a tecnologia de aplicação é empregada com sucesso há muito
tempo. Dentre vários trabalhos de pesquisas, destaco o trabalho pioneiro do Dr. Malcolm E. Sumner, professor emérito da Universidade da Geórgia (USA), década de 1970, feito na África do Sul. No Brasil, seu trabalho foi publicado nos anais do “II seminário sobre o uso do gesso na agricultura”, traduzido pelo Dr. Bernardo van Raij e editado pelo IBRAFOS (1992), intitulado “Uso atual do gesso no mundo em solos ácidos – Gesso como melhorador de propriedades físicas”.
Leia as manifestações acerca da viabilidade do gesso na edição digital de DBO Agrotecnologia