Os principais vilões são os preços dos insumos utilizados na alimentação . “O milho teve um aumento real de 50%, farelo de soja, de 15% e o leite, de 5% entre junho deste ano e junho do ano passado” informa a pesquisadora do Cepea – Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – da Esal/USP, Aline Barrozo Ferro.
Ao contrário do ano passado, quando a relação de troca era favorável e, por isso, o produtor mostrava-se disposto a aumentar a produção mediante o emprego de concentrados, neste ano está receoso quanto a assumir o aumento nos custos da alimentação. “A troca não está favorável ao produtor, assim ele não reage aumentando a produção” diz Maurício Palma Nogueira, da Bigma Consultoria.