A estimativa dos prejuízos causados pela mastite não é uma tarefa simples, pois as perdas dependem de alguns fatores que variam de propriedade para propriedade, entre os quais: preço do leite, custos de alimentação, programas de pagamento do leite, custos e protocolos de tratamentos e custos de reposição e de criação. Uma das principais razões para quantificar as perdas causadas pela mastite é a necessidade de conscientização dos produtores sobre os custos associados à doença. Na grande maioria das vezes, produtores não percebem que a mastite traz prejuízos ou subestimam alguns custos indiretos.
A mastite pode manifestar-se em duas formas básicas: clínica e subclínica. A forma clínica é facilmente reconhecida por meio do teste da caneca, pois o leite ou o quarto mamário apresentam alterações visuais, como a presença de grumos, coágulos e leite aquoso. Já a mastite subclínica somente pode ser detectada mediante testes auxiliares, como o CMT e a contagem de células somáticas.
Saiba mais sobre o assunto. Leia o artigo do professor FMVZ/ USP e presidente do Conselho Brasileiro de Qualidade do Leite na edição impressa de Mundo do Leite nº 52