Não haverá leite se a vaca não parir - e o processo reprodutivo inicia-se com a detecção de cio, uma prática que deixa muito a desejar na maioria das fazendas leiteiras do Brasil. A não detecção
do cio se traduz em atraso na inseminação e na necessidade de se aguardar o próximo ciclo do animal, o que gera um aumento do intervalo entre partos. Quanto mais tempo o animal ficar seco, maior
o seu impacto econômico sobre a atividade.
Afinal, ele segue se alimentando, recebendo vacinas, medicamentos e outros insumos, sem gerar receita, ou seja, leite.
Outro problema associado ao processo reprodutivo, de impacto sobre os custos de produção, é a detecção incorreta do estro. O "parece, mas não é" acaba levando, para serem inseminados, animais que não estão no cio, ou seja, a inseminação é feita em momento errado - muito antes ou depois da ovulação. Lembre-se
que uma fêmea entra em cio em intervalos médios de 21 dias e entre 10 e 18 horas depois de manifestar o cio.
A reportagem completa você confere na edição impressa da Mundo do Leite 48.