São Paulo/SP - 17 de maio de 2012

› Panorama
23 de março, 2011 - 05:28
Sob pressão, frigorífico paga o ágio.

Produtores de Goiás e Mato Grosso do Sul apoiam-se em brecha normativa para obrigar a indústria a pagar diferencial pelo animal rastreado.
Maristela Franco

Os pecuaristas conseguiram finalmente um meio de garantir remuneração diferenciada para o chamado boi Europa. No final do ano passado, as agências de defesa do Mato Grosso do Sul e Goiás autorizaram os produtores inscritos na Lista Traces a solicitar (caso o frigorífico se recuse a pagarlhes ágio) o não preenchimento do campo 17 da GTA, no qual se informa que nenhum animal proveniente de áreas não habilitadas à exportação para a União Europeia ingressou na fazenda 90 dias antes da emissão da guia. Com isso, o frigorífico fica impedido de vender carne daquele lote para países membros da UE. Em resposta, as indústrias exportadoras estão mudando a sua postura comercial. Em fevereiro, a maioria delas voltou a pagar ágio pelo boi rastreado, de 2% a 3% sobre o valor da arroba.

Leia mais na revista DBO de março.

Notícias Relacionadas

TAGS

Enquete

Qual é a sua expectativa para as exportações de carne bovina em 2012?

2012 Portal DBO® Todos os direitos reservados Design e desenvolvimento MagicSite