A relação entre pecuaristas e frigoríficos evoluiu,mas ainda não é das melhores. O produto de venda do pecuarista, a boiada, representa 100% de sua receita, e a despesa com a compra do boi gordo compõe cerca de 80% dos custos de um frigorífico. Ou seja, a negociação dos animais é um ponto sensível para o sucesso de ambos.
Até aqui, nada de novo. Apesar disso, a simbiose entre pecuaristas e frigoríficos é grande, mas desequilibrada. Quando um pecuarista quebra ninguémsente, não é notícia, não chama a atenção, mas, quando um frigorífico fecha as portas, o caso é outro. Veja o recente caso doMataboi, que suspendeu os abates emmarço e, nomesmomês, pediu recuperação judicial.
Sem entrar em detalhes sobre a evolução dos fatos que conduziram à suspensão das atividades econômicas da empresa, analisamos os efeitos da ausência do Mataboi nas regiões em que atuava, comprando bois.Aempresa está presente em Santa Fé deGoiás,Araguari,MG,Três Lagoas, MS, Rondonópolis,MT, eAraçatuba, SP. Em São Paulo, não abatia.
A reportagem completa você confere na edição impressa da Revista DBO.