Prejuízos gerados pelos recorrentes surtos de cólica em equídeos no bioma amazônico continuam preocupando pecuaristas e pesquisadores. Ao pastorearem áreas de Panicum maximum, como Massai, Mombaça e Tanzânia, na época da rebrota, os animais apresentam quadro de cólica aguda e parte deles morre horas depois.
Apesar de os primeiros casos terem sido registrados em 2001, ainda não foi descoberto o agente causador. Sabe-se apenas que as complicações surgem na época das chuvas, principalmente no início do período, e em determinadas regiões, como no Acre, Maranhão, Pará, Amazonas, Tocantins e no norte do Mato Grosso.
Ao identificar o surto, o tratamento incial consiste em retirar a tropa do pasto imediatamente e aplicar analgésico. Após estabelecer os procedimentos, a taxa de mortalidade dos animais adoecidos caiu de 60%, no início dos surtos, para 40% atualmente.
Acompanhe a entrevista em vídeo com Ricardo Alonso, pecuarista do norte do Tocantins que perdeu mais de 10 animais. A matéria completa está na edição de agosto da Revista DBO.
Fonte:
Portal DBO