14 de maio de 2021

Fêmeas puxam as vendas dos leilões virtuais em abril

Mercado comprador esteve bem aquecido; de acordo com o Banco de Dados da DBO, oferta da categoria foi quase duas vezes maior do que a de touros

Por Gualberto Vita

Com a audiência mobilizada e consolidada nas telas, os negócios dos leilões virtuais durante o mês de abril reunindo bovinos com genética qualificada para a produção de carne apontaram crescimento em todos os principais parâmetros contabilizados pelo Banco de Dados da DBO.

Neste último período, encerrado no dia 30, a receita obtida com a promoção de 44 remates atingiu R$ 88,3 milhões, alta de 45,3%, e a média geral bateu em R$ 13.965 – 22,1% superior ao valor médio de abril do ano passado. No total, a oferta de machos, fêmeas e embriões também aumentou, passando de 5.326 para 6.326 lotes; observando os resultados compilados pelo Banco de Dados da DBO para o mês de abril em anos anteriores, foi a maior oferta desde abril/2012, quando saíram 7.767 animais.

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Especial de Instalações e Equipamentos 2021: Galeria da criatividade

Confira seis ideias práticas e superinteressantes, coletadas junto a produtores e consultores, para facilitar o dia a dia da fazenda 

Por Carolina Rodrigues

Divulgar soluções simples e econômicas que facilitem o dia a dia do pecuarista. Este é o objetivo desta “Galeria da Criatividade”, um projeto criado por DBO, dentro do Especial de Instalações e Equipamentos, para mostrar que a inventividade também mora no campo. Nesta edição, a repórter Carolina Rodrigues apresenta seis ideias superinteressantes, coletadas junto a produtores e consultores: um modelo diferente de creep feeding, um curral móvel, um apartadouro com saída tripla, cobertura de cocho econômica, bomba caseira para a aplicação de inoculante, praça de alimentação à prova de chuva e silo-contêiner. Inspire-se e ative também seu lado “Thomas Edison”.

SAIBA MAIS:
+Curral feito de pneus
+Telha galvanizada faz sombreamento eficiente
+Barateamento de painéis de energia solar favorece projetos hidráulicos em fazendas

+Cerca elétrica: Em vez de lascas, vergalhões ou varetas

Chegou a vez do “creep watering”

Como diz o ditado popular, “a necessidade é a mãe das invenções”. Foi a necessidade de reduzir a mortalidade de bezerros por curso (diarreia viral) que levou Maurício Garcia Almeida a criar uma “praça de lazer” diferenciada nos pastos da Fazenda Saga, em Chapadão do Sul, na região sudoeste de Goiás. O sistema, recém implantado, foi apelidado de creep watering, pois seu foco está na qualidade da água e não na nutrição dos bezerros, como no creep feeding.

A ideia foi sugerida por Fernando Loureiro Lima, especialista em manejo hídrico, e ocorreu após a fazenda atingir o pior índice de mortalidade de bezerros por curso (diarreia viral) da história da fazenda: 4% na safra 2018/2019, percentual que assustou o produtor.

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Barateamento de painéis de energia solar favorece projetos hidráulicos em fazendas

Criador goiano gera sua própria energia elétrica com ajuda de painéis fotovoltaicos e viabiliza projeto hidráulico para intensificação da cria

Painéis fotovoltaicos da Fazenda Alegre: energia para levar 8.000 litros/hora para bebedouros da propriedade. (Foto: José Alves)

Por Ariosto Mesquita

Convencido a intensificar a produção da atividade de cria em uma de suas propriedades (Fazenda Alegre, em Campos Verdes, noroeste de Goiás), o produtor Leonardo Rezende Pinheiro teve de buscar uma alternativa viável para abastecer os 15 bebedouros distribuídos na nova configuração de divisão de pastagens implementada a partir de 2017. Quando percebeu que seria necessário puxar um ramal de energia elétrica da rede concessionária com quase 2 km de extensão para alimentar uma bomba, fez as contas e se assustou. Teria de desembolsar perto de R$ 90.000 e ainda arcar com um acréscimo entre R$ 800 a R$ 1.000 na conta mensal.

Em dezembro de 2019, ele optou pela geração de energia por meio da captação da luz solar, investindo R$ 21.500 em um sistema fotovoltaico com oito placas solares, com potência total de 2.640 Watts, suficiente para o funcionamento de um motor elétrico de 2 cv, potência capaz de levar água ao reservatório em um volume de até 8.000 litros/hora. De lá pra cá, não desembolsou mais nada e não lhe faltou energia nem água. “Em quase um ano e meio, o modelo vem funcionando sem qualquer problema”, garante.

SAIBA MAIS:
+Curral feito de pneus
+Telha galvanizada faz sombreamento eficiente

+Cerca elétrica: Em vez de lascas, vergalhões ou varetas

Proprietário da Elmo Agropecuária, que somente em Campos Verdes possui mais duas fazendas – Tiúbas (também de cria) e Floresta (recria/engorda) – , Pinheiro integra um grupo crescente de produtores brasileiros que opta pela geração de energia própria (no caso, solar). Não há números oficiais segmentados na agropecuária, mas dados recentes da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) revelam que o setor rural detém 13% de toda a potência instalada no Brasil, superando o industrial (8,6%). Perde apenas para os setores residencial (39,2%) e comercial/serviços (37,8%).

Mais do que economia, a geração de energia por meio da luz solar ajudou a viabilizar o funcionamento da nova estrutura hidráulica da fazenda, que, até 2017, contava apenas com aguadas naturais para dessedentar seus animais. O investimento contribuiu para ganhos em eficiência.

“Nossa lotação, que variava de 0,85 a 1 UA/ha, passou a flutuar entre 1,4 e 1,6 UA/ha. A energia solar não foi responsável diretamente pelo aumento da lotação, mas deu segurança para o fornecimento de água em qualidade e quantidade”, esclarece o pecuarista.

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Telha galvanizada faz sombreamento eficiente

Estudos da UFMT no confinamento da Agropastoril Campanelli apontam benefícios no desempenho e na saúde dos animais

Ganho de peso maior e menos idas ao bebedouro foram duas das constatações.

Por Larissa Vieira

A procura por instalações para gerar áreas de sombras nos confinamentos vem crescendo nos últimos dois anos no Brasil. É o que garante a professora Fernanda Macitelli, do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Mato Grosso, campus de Sinop, e integrante do Grupo Etco, voltado para pesquisas em bem-estar animal. Uma das pesquisas que ela conduziu, para avaliar o efeito do sombreamento no desempenho e no bem-estar de animais em confinamento, foi o da Agropastoril Paschoal Campanelli, em Barretos, região noroeste de São Paulo.

SAIBA MAIS:
+Curral feito de pneus
+Cerca elétrica: Em vez de lascas, vergalhões ou varetas

No local, foi montada uma estrutura para sombrear 32 baias grandes que acomodam quase 2.000 animais. A cobertura escolhida foi a telha galvanizada de aço “galvalume”, considerada quatro vezes mais resistente do que a galvanizada, por ser revestida com alumínio, zinco e silício. Com 0,43 mm de espessura, 1,08 m de largura e 10 m de comprimento, as telhas foram fixadas em estrutura metálica de 5 metros de altura, com 15 cm de distância entre elas. A cobertura foi tensionada por um conjunto de oito cabos de aço (6,35 mm na parte superior e 3,17 mm sob a chapa).

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Cerca elétrica: Em vez de lascas, vergalhões ou varetas

Material facilita a montagem e desmontagem das cercas em áreas de Integração Lavoura-Pecuária

Por Renato Villela

À medida que avança o uso da cerca elétrica, a ideia de que é preciso robustez física para dividir os piquetes faz cada vez menos sentido. Se a ferramenta já confere economia quando empregada nos sistemas rotacionados, seja por requerer poucos esticadores e espaçamentos maiores entre os mourões, nas áreas de Integração Lavoura-Pecuária esse conceito ganha atributos adicionais, como praticidade e agilidade.

SAIBA MAIS:
+Curral feito de pneus
+Fábrica de ração na fazenda é economia

Com uma janela apertada para uso da pastagem e sem tempo a perder na montagem e desmontagem das cercas, os produtores têm substituído as lascas por vergalhões de ferro ou varetas plásticas.

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