22 de junho de 2022

Revista DBO | Manejo e desempenho em pastagens irrigadas

Para concluir a série de artigos, o zootecnista Adilson de Paula Almeida Aguiar fala sobre a condução desses sistemas de produção

Por Adilson de Paula Almeida Aguiar – Zootecnista, professor em cursos de pós-graduação do Rehagro e das Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu); consultor associado da Consupec (Consultoria e Planejamento Pecuário), de MG, e investidor nas atividades de pecuária de corte e leite.

Nos dois primeiros artigos desta sequência sobre irrigação de pastagens, publicados nas edições de abril e maio, descrevi as particularidades da infraestrutura necessária para uso da tecnologia, como deve ser o manejo do pastoreio, o planejamento alimentar e a correção/adubação do solo. Agora, para concluir a série, falaremos sobre a condução desses sistemas de produção, ainda a partir de dúvidas manifestadas, nos últimos 26 anos, por produtores com interesse em adotar a irrigação para aumentar sua produtividade. Veja a seguir:

Como é a infestação de plantas invasoras em pastagens irrigadas? Se todas as bases técnicas abordadas nestes artigos forem executadas, a planta forrageira encontrará condições extremamente favoráveis de competição com plantas invasoras pelos fatores de crescimento (luz, dióxido de carbono, espaço, água e nutrientes). Além disso, considerando-se aos altos de investimento exigidos pelos sistemas de pastagens irrigadas, os custos com controle de plantas invasoras são relativamente baixos, não devendo essa prática ser negligenciada pelo produtor.

 

 

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Revista DBO | BRS Integra sob teste no Cerrado

Primeiras avaliações da Embrapa Gado de Corte mostram BRS Integra saindo na frente em percentual de plantas estabelecidas, mas resultados ainda oscilam

Nova cultivar de Ruzizienses lançada pela Embrapa produziu 4.290 kg de MS/ha no Cerrado.

Por Ariosto Mesquita

A BRS Integra, nova cultivar de Brachiaria ruziziensis lançada oficialmente, neste ano, pela Embrapa Gado de Leite, em Juiz de Fora (MG), já tem suas primeiras avaliações no Cerrado. Os números iniciais quanto a estabelecimento de planta e produção de massa seca foram apresentados pela unidade Gado de Corte, em Campo Grande (MS), durante o 19º Workshop Unipasto (Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras), realizado entre 4 a 6 de maio, na capital sul-mato-grossense. Observados rapidamente, os resultados não decepcionaram, mantendo-se dentro da faixa esperada.

Segundo o pesquisador Ademir Zimmer, da Embrapa Gado de Corte, os dados obtidos “foram normais” em se tratando de uma nova cultivar: “Todos os capins passam por avaliações preliminares e seu desempenho vai mudando com o tempo, em função de ajustes no plantio ou no manejo de pastejo”.

O primeiro estudo divulgado compara quatro cultivares – a B. ruziziensis Integra, a B. ruziziensis Kennedy (tradicional), a Piatã e o Panicum Quênia – plantadas em diferentes profundidades (0, 3, 6 e 9 cm). Dos três primeiros capins, foram semeadas na linha 50 sementes puras viáveis por metro e do Quênia, 100. A semeadura ocorreu em 3 de junho de 2021 e a contagem de plantas foi realizada 23 dias depois. Tendo como base a média entre as profundidades, a Integra ficou à frente com 51% de plantas estabelecidas, contra 43% da Kennedy, 41% da Piatã e 23% da Quênia.

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