Alta nos preços futuros do boi gordo favorece uso de hedge

Na comparação com o ano passado, pecuarista tem um ganho de R$ 10/@ ao utilizar ferramentas de preço mínimo na B3

A alta no preços do boi gordo no mercado futuro tem aumentado a atratividade de estratégias de hedge (proteção de preço) para a venda de animais nos próximos meses.

Atualmente, por R$ 4 por arroba, o pecuarista consegue adquirir um seguro de preço mínimo (operação batizada de “PUT”) para venda de sua boiada em outubro próximo (pico da entressafra) por R$ 158/@, segundo informa Caio Toledo, consultor em gerenciamento de riscos da INTL FCStone, de Campinas, SP.

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Em 26 de março de 2018, com o mesmo custo de fixação de preço mínimo de R$ 4/@ vendia-se o boi gordo em outubro daquele ano por R$ 148/@. Ou seja, na comparação com o ano passado, hoje o pecuarista tem um ganho de R$ 10/@ ao utilizar a ferramenta de preço mínimo na bolsa de mercadorias B3.

Nos contratos futuro de curto prazo, o custo de fixação é ainda menor (quanto menos tempo se fica exposto ao seguro, menor é o preço cobrado pela operação). Segundo dados da Agrifatto, na última sexta-feira, por R$ 1/@, era possível adquirir um seguro de preço mínimo (PUT) em R$ 151/@ para os contratos do boi gordo com vencimento em maio ou julho.

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Conteúdo original Revista DBO