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Brasil caminha para sua segunda melhor safra de milho em 2018/19

Em seu relatório mensal, Conab aponta sinais de excesso de oferta no país, com cotações muito próximas do preço mínimo
Foto: pexels.

As boas condições climáticas desde o início do ano devem contribuir para que o Brasil colha sua segunda melhor safra de milho já registrada, segundo observa a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em seu relatório de safra divulgado hoje. De acordo com o órgão, embora as principais regiões produtoras tenham enfrentado certa instabilidade climática na passagem de 2018 para 2019, a normalização das condições meteorológicas desde o início do ano geram otimismo com as culturas de inverno – entre elas o milho safrinha.

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” A normalização climática, coincidindo com o plantio da segunda safra, cria a expectativa de boas produtividades a serem alcançadas, consolidando a perspectiva de se alcançar a segunda maior produção registrada na série histórica da Conab”, aponta relatório da instituição. A previsão da Conab é de uma colheita total (primeira e segunda safra) de 95,2 milhões de toneladas de milho em 2018/19, aumento de 18% em relação à temporada anterior, comprometida por problemas climáticos durante a safrinha. Desse total, 69,15 milhões de toneladas serão colhidas no inverno.

Em relação á área plantada, a Conab também destacou as boas condições climáticas como um fator de estímulo ao produtor. Com isso, embora a instituição estime uma queda de 2,35% no plantio do milho de verão, cuja colheita está praticamente concluída, a previsão é de um aumento de 6,4% na área plantada do milho safrinha. “A área de milho segunda safra foi bastante estimulada pela antecipação da colheita da soja e pela possibilidade do aproveitamento integral da janela climática, criando a expectativa de bons rendimentos na lavoura”, observa a Conab.

Diante desse cenário, a Companhia já vê sinais de excesso de oferta no país, com cotações muito próximas do preço mínimo estipulado para a cultura. Com previsão de exportação de 31 milhões de toneladas, a Conab aponta que “é imprescindível que o país exporte, no mínimo, o montante previsto, caso contrário, o volume de estoque exercerá uma pressão ainda maior sobre os preços”. A instituição estima estoques de passagem de 16,5 milhões de toneladas ao final de 2018/19 ante 14,25 milhões no fechamento do ciclo anterior.

 

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