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Brasil reforça vigilância contra peste suína

Segundo ministro, há surtos da doença no Leste Europeu e em partes da Ásia e da África
Foto: Nelson Morés/Embrapa.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, alertou nesta terça-feira, 18, para o risco da entrada da peste suína clássica e da peste suína africana no País. Segundo ministro, o Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) e o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) foram alertados para reforçarem as vistorias de entrada de alimentos por meio de navios e aviões, bem como de suínos e partes de suínos no País. De acordo com o ministro, surtos das doenças ocorrem em regiões na China, Rússia, Leste Europeu, Japão e também em parte da África. No Brasil, casos não ocorrem “há muitos anos e temos que continuar a preservar nosso território”, afirmou em um vídeo divulgado nas redes sociais.

“Gostaria de pedir a você, produtor, que está viajando para o exterior ou que tem parentes que viajem ao exterior, que tomem o máximo cuidado de não trazer comida neste momento”, disse. “O ministério já orientou o departamento de controle das fronteiras que faça uma vigilância mais firme na chegada dos voos e também navios e o Dipoa para que olhe com todo cuidado certificados de importação de partes de suínos, como tripas.”

Segundo Maggi, um sistema de quarentena para triagem de animais vivos e material genético importados é mantido na Estação Quarentenária de Cananéia (EQC), no Estado de São Paulo, de onde só são liberados após a confirmação de sua sanidade. “Estamos tomando todas as providências para que esse surto não chegue ao Brasil. Vamos firmes fazer esse trabalho e ao mesmo tempo rezar para que não chegue ao País.”

No Brasil, a peste suína africana foi erradicada em 5 de dezembro de 1984 e o País foi declarado área livre da doença. Segundo o Ministério da Agricultura, a doença é causada por um vírus, não oferece risco à saúde pública, pois não é transmitida ao ser humano, mas pode dizimar os plantéis de suínos, sendo altamente infecciosa, exigindo o sacrifício dos animais, conforme determina a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Os javalis também são atingidos. Não existe vacina para a PSA. O vírus é resistente, permanecendo nas fezes dos animais por até três meses e, em alimentos (produtos maturados), até nove meses.

Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO.

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