China aceita firma eletrônica em Certificados Fitossanitários de exportação

Ministério da Agricultura enviará por e-mail cópias dos certificados diretamente para as autoridades dos países importadores
Foto: ABN.

A China, maior importador de soja e algodão do Brasil, aceitou em todos os seus portos a assinatura eletrônica dos Certificados Fitossanitários brasileiros durante a pandemia do novo coronavírus, informou a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), em comunicado.

Até o começo da semana passada, os portos de Songxia, Tianjin e Zhoushan haviam aceitado o documento, mas terminais em Fangcheng, Rizhao, Taizhou, Qingdao, Qinzhou, Ningbo e Xinsha aguardavam instruções das autoridades centrais chinesas. O Vietnã vem sinalizando desde o início de abril uma possível aceitação dos certificados com assinatura eletrônica.

“Alguns importadores ainda estão reticentes, mas as conversas entre o governo brasileiro e as autoridades fitossanitárias vietnamitas indicam que a aceitação é um fato”, disse a associação.

Índia, Indonésia, Malásia, Paquistão, Tailândia, Taiwan e União Europeia já haviam aceitado o novo formato, conforme comunicado divulgado pela associação na última terça-feira (5).

O Ministério da Agricultura enviará por e-mail cópias dos certificados diretamente para as autoridades dos países importadores, que verificarão sua autenticidade e encaminharão aos portos de desembarque. A assinatura eletrônica nos certificados foi implementada pelo órgão como medida temporária e emergencial para lidar com as restrições de circulação impostas pela pandemia de Covid-19.

“Esta solução ainda não é a ferramenta chamada e-Phyto, que está em fase final de desenvolvimento, mas ainda não pode ser usada com todos os países”, afirmou.

Segundo a Anec, os protocolos de prevenção ao novo coronavírus continuam sendo aplicados nos portos de Santos (SP), Paranaguá (PR), Rio Grande (RS), São Luis/Itaqui (MA), São Francisco do Sul (SC), Vitória (ES), Itacoatiara (AM), Barcarena/Vila do Conde (PA), Santarém (PA), Imbituba (SC), Aratu (BA) e Santana (AP), mas as atividades nesses locais continuam normalmente.

Conforme o comunicado, o Estado do Maranhão, onde se localiza o Porto de Itaqui, estabeleceu “lockdown” desde o dia 5 de maio, “permitindo apenas realização de serviços essenciais e exigindo justificativas para determinados serviços dos agentes portuários”.

No Pará, o “lockdown” foi iniciado na quinta-feira, 7 de maio, e “os Portos de Barcarena e Santarém, no que diz respeito ao transporte cargas e serviços essenciais, não estão sendo afetados”.

Compartilhe
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email

Sou pecuarista e esse frigorífico é meu

Leia a Revista DBO que encerra o ano de 2020. Ela conta a mais nova façanha da Cooperaliança, a primeira cooperativa a verticalizar a cadeia da carne bovina, além de trazer outras 25 reportagens e artigos.

Sou pecuarista e esse frigorífico é meu

Leia a Revista DBO que encerra o ano de 2020. Ela conta a mais nova façanha da Cooperaliança, a primeira cooperativa a verticalizar a cadeia da carne bovina, além de trazer outras 25 reportagens e artigos.

Publieditorial

2742961

Newsletters DBO

Os destaques do dia da pecuária de corte, pecuária leiteira e agricultura diretamente no seu e-mail.