CNTA: frete mínimo deve dar adequada retribuição a caminhoneiro

Nova resolução estabelece regras gerais, metodologia e coeficientes dos pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) informou, em nota, que está avaliando a resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para averiguar “se os valores constantes na planilha estão adequados com o custo real da operação de fretes”.

A nova resolução sobre a política de pisos mínimos do frete rodoviário foi publicada nesta quinta-feira, 18. A resolução, que estabelece regras gerais, metodologia e coeficientes dos pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado na realização do serviço de transporte rodoviário de cargas, foi aprovada após estudo realizado pela Esalq-Log e processo de consulta pública e entra em vigor neste sábado, 20.

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“A CNTA, em contato com o ministro (da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas), solicitou que a ANTT apresentasse os números que fundamentam os parâmetros de cálculo, lembrando que o Piso Mínimo de Fretes tem que dar a adequada retribuição ao caminhoneiro pelo serviço prestado. A CNTA já recebeu reclamações das bases afirmando que os valores estão muito aquém da realidade do mercado”, disse a confederação, em nota.

Questionada pelo Broadcast Agro sobre a possibilidade de paralisação de caminhoneiros, a confederação informou que “apoia qualquer decisão tomada pela categoria”. “Para uma paralisação, nossos sindicatos devem realizar assembleias e junto com os profissionais chegarem a tal decisão.”

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Conteúdo original Revista DBO