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Cocamar lança parceria para reforma de pasto

Projeto incentiva agricultores a arrendar pastagens degradadas de pecuaristas para plantio de soja, tendo a cooperativa como garantidora do negócio

Operação de calagem na Fazenda Alegria, em Caiuá, SP: parceria viabilizou reforma de 450 ha.

Por Tatiana Souto

Um projeto idealizado pela Cocamar, grande cooperativa do Paraná, pretende viabilizar a reforma de extensas pastagens degradadas do noroeste do Estado, nas divisas com São Paulo e Mato Grosso do Sul. Para isso, usará técnicas de integração lavoura-pecuária (ILP) e um programa inédito de parcerias entre pecuaristas e sojicultores. A primeira etapa da iniciativa ocorreu neste ano-safra (2020-21), apresentou bons resultados e deve se expandir rapidamente, avalia Marco Antônio de Paula, gerente de Negócios da Cocamar, com sede em Maringá. “Há vantagens para todas as partes envolvidas: cooperativa e produtores”, assinala.

A estratégia é simples: a própria Cocamar se responsabiliza pelo arrendamento de terras de pecuaristas (cooperados ou não) que estejam interessados em reformar seus pastos degradados. Para cultivar essas áreas, a Cocamar seleciona, a dedo, exclusivamente cooperados produtores de grãos.

Primeiro, eles vão corrigir a acidez do solo, adubar e plantar soja. No fim da colheita, já deixam o pasto semeado com capim braquiária, que será usado nos meses mais críticos de seca pela boiada. De quebra, se a colheita render acima de determinada cota, o pecuarista ainda recebe uma porcentagem sobre o excedente. E, depois de alguns anos de área trabalhada, o agricultor entrega definitivamente o pasto reformado para o criador.

Com isso, a Cocamar recebe mais soja para processamento ou exportação, favorecendo, ao mesmo tempo, o cooperado que tem dificuldade de encontrar terras novas para expandir o plantio. Já o pecuarista – que de outra maneira teria de despender consideráveis recursos em recuperação ou reforma de pasto – recebe uma pastagem totalmente renovada, dando em troca apenas um pequeno investimento. Tudo previsto em contrato. “É uma operação ganha-ganha”, afirma De Paula.

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