Comércio da América do Norte é reforçado pelo Acordo EUA-México-Canadá

Acordo que substitui o NATFA foi promulgado na quarta-feira e promete aumentar o comércio entre os países vizinhos

O Acordo EUA-México-Canadá (USMCA), que substitui o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA), tem sido um processo longo, mas o criador de porcos norte-americano Jim Heimerl, de Jamestown, Ohio, acredita que os Estados Unidos terão uma grande oportunidade comercial com os seus vizinhos de fronteira.

Heimerl, ex-presidente do Conselho Nacional de Produtores de Suínos, testemunhou em primeira mão o esforço incansável que resultou na promulgação do Acordo EUA-México-Canadá (USMCA), na última quarta-feira. “A capacidade de manter as fronteiras dos EUA abertas a dois de seus maiores mercados de exportação é uma grande oportunidade“, disse Heimerl, em comunicado, segundo reportagem publicada no portal norte-americano porkbusiness.

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Os EUA exportam US$ 5,5 bilhões anualmente para o Canadá e o México. “Hoje, os produtores já estão em um mercado devastador e não podem pagar tarifas adicionais”, afirmou Heimerl. “Este acordo é crítico para os processadores de carne e aves e para os milhões de agricultores, pecuaristas, fabricantes e empresas de transporte ligados à cadeia de suprimentos de alimentos“, acrescentou a presidente e CEO da North American Meat Institute (Meat Institute), Julie Anna Potts.

O Canadá e o México estão entre os quatro principais destinos de carne bovina e suína dos EUA. Desde a entrada em vigor do NAFTA, em 1994, as exportações de carne bovina dos EUA para o Canadá e México cresceram de US$ 656 milhões para mais de US$ 1,75 bilhão em 2019, enquanto os embarques de carne suína aumentaram de US$ 322 milhões para mais de US$ 2 bilhões no mesmo período. Em termos de volume, o Canadá e o México importaram quase 22% das exportações totais de carne bovina dos EUA e 30% de todas as exportações de carne suína norte-americana em 2019.

Além das oportunidades comerciais, Heimerl acredita que os benefícios trabalhistas da USMCA também serão muito positivos no longo prazo. “Aqui nos EUA, a nossa força de trabalho deficitária; a agricultura precisa de mão de obra qualificada na fazenda”, disse.

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Conteúdo original Revista DBO