Escolha das armas

No terceiro fascículo do projeto “Controle Certeiro”, parceria da DBOcom a Bayer, abordaremos um aspecto fundamental no combate ao parasito: o carrapaticida. Se você não leu o primeiro e segundo capítulo clique aqui!

Acerte no carrapaticida

Existem diversos produtos disponíveis nas revendas agropecuárias, com formas de ação e modos de aplicação diferentes, mas é preciso fazer a escolha certa para controlar o carrapato de modo eficaz. Os carrapaticidas são classificados em famílias ou grupos químicos, dentro dos quais estão reunidos um ou mais princípios ativos. Além dessa classificação, podem ser agrupados como “de contato” ou “sistêmicos” (atuação pela circulação sanguínea).

Faça o teste!

Para que o produtor tenha certeza da eficácia do carrapaticida sobre a população de carrapatos no seu rebanho, o mais indicado é que faça o teste biocarrapaticidograma, método mais prático para diagnosticar e mensurar o grau de resistência ao grupo químico da população de carrapatos presente em sua propriedade.

 
 

Como fazer?

Coleta

Colete 100 a 150 carrapatos grandes (teleóginas) de vários animais, pelo menos 21 dias após a última aplicação/banho carrapaticida.

Envase

Acondicione os carrapatos em recipiente limpo (garrafas de água mineral, por exemplo), identificados e com pequenas perfurações de entrada de ar.

controle-certeiro-carro

Remessa

Para o envio, não é necessário refrigerar o material nem perfurar a caixa de papelão que acondiciona o recipiente contendo os carrapatos. As teleóginas devem chegar ao laboratório até 48 horas após a coleta. Caso contrário, o teste não poderá ser realizado.

Quem faz o biocarrapaticidograma

• IPVDF • Embrapa Gado de Leite • Embrapa Pecuária Sul

Protocolo de controle do carrapato

Para montar um protocolo que seja eficiente no controle do carrapato é imprescindível ter em mente alguns conceitos. Preste bastante atenção!

Protocolo sugerido*

Mito ou Verdade?

O uso contínuo do carrapaticida provoca resistência nos carrapatos?

MITO – A resistência é um fenômeno de seleção. Alguns carrapatos (cepas) são naturalmente insensíveis a determinados grupos químicos, o que faz com que, ao longo do tempo, na medida em que se multiplicam, deem origem a populações resistentes. Desse modo, um carrapaticida que “não funciona” em determinada propriedade pode ter alta eficácia no rebanho do vizinho, desde que os indivíduos sejam sensíveis. No entanto, é importante ressaltar que falhas na aplicação do produto podem favorecer, em médio prazo, o estabelecimento da resistência na população de carrapatos. 

Confira o 3º capítulo da série publicada na Revista DBO de dezembro 2018

Preencha o formulário e baixe agora o 3º capítulo

 
Fechar Menu
×

Carrinho

Você + Portal DBO

Cadastre-se gratuitamente em nossa newsletter e receba diariamente o melhor do agronegócio em seu e-mail.