Copersucar tem lucro líquido de R$ 119 milhões em 2019/20

Valor representa queda de 33% em relação ao ciclo anterior

A Copersucar S.A., companhia mantida por usinas e grupos do setor sucroenergético, obteve lucro líquido de R$ 119 milhões no ano safra 2019/20, queda de 33% em relação ao ciclo anterior, quando reportado resultado de R$ 178 milhões, informou a companhia na manhã desta terça-feira.

O faturamento no período ficou em R$ 30,1 bilhões, alta de 5% ante a temporada 2018/19. No ciclo encerrado em 31 de março deste ano, as usinas sócias da Copersucar processaram 87,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, alta de 7,3% ante a safra anterior.

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Assim como no ano anterior, em virtude do mix de produção mais alcooleiro da safra, a comercialização total de açúcar foi menor ante a temporada anterior, no total de 3,7 milhões de toneladas, sendo 1,8 milhão de toneladas no mercado interno e 1,9 milhão de toneladas para outros países.

Já a comercialização de etanol aumentou de 13,8 bilhões de litros para 14,2 bilhões de litros. No período, a companhia investiu R$ 124 milhões, frente R$ 43 milhões reportados em 2018/19. A maior parte dos recursos foi destinada à ampliação da infraestrutura logística e dos terminais de açúcar no Brasil.

Passando pela aquisição da Eco-Energy nos EUA, que incluiu a implantação de uma robusta plataforma com nove terminais, a construção do terminal de etanol em Paulínia (Opla), a constituição da Alvean Sugar SL, o suporte ao CTC e o desenvolvimento do sistema dutoviário da Logum S/A“, ressalta a empresa.

Quanto à pandemia do novo coronavírus, a Copersucar destacou que a doença trouxe aos mercados em geral significativa volatilidade, com impactos diretos de redução de consumo e também um clima de grande incerteza sobre o futuro.

“Por ter tido início de maneira mais relevante no Brasil somente na segunda quinzena de março/2020 (último mês da safra), teve pouco efeito nas operações da companhia, que continuou operando normalmente”, disse na nota o diretor-presidente da empresa, João Roberto Teixeira. Os reflexos da pandemia no setor devem ser sentidos com maior intensidade na safra 2020/21 que se inicia e no contexto de volatilidade e incertezas, observa a empresa.

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Conteúdo original Revista DBO