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Cresce interesse por novas tecnologias

Pesquisa mostra que 84% dos pecuaristas já usam alguma ferramenta digital ou de automação para gerenciamento das propriedades

Pesquisa aponta elevado grau de utilização de tecnologias

Por Mônica Costa e Ariosto Mesquita

No ano que o mundo recorreu ao virtual para fazer quase tudo, devido à pandemia da Covid 19, constatou-se que o conceito de Pecuária 4.0 está ficando cada vez mais próximo do campo. Pesquisa inédita, realizada pela Embrapa Informática Agropecuária, de Campinas, SP, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), constatou que 84% dos produtores rurais brasileiros já utilizam algum tipo de tecnologia de última geração em suas propriedades, sejam elas na área de informática (mais frequentes) ou automação.

Batizada de “Inteligência estratégica para pequenos negócios rurais: agregação de valor e tecnologia”, a pesquisa foi realizada por meio de questionário online, que ficou disponível para preenchimento no período de 17 de abril a 24 de junho de 2020, quando registrou 753 respostas válidas – 504 de produtores e 249 de prestadores de serviço. Dentre os produtores, 54% atuam também na pecuária, sendo 33% com foco na bovinocultura de corte e 29% na de leite.

Edson Bolfe, pesquisador da Embrapa Informática

Segundo o pesquisador Edson Bolfe, da Embrapa, coordenador do levantamento, observou-se, neste segmento, grande demanda por dispositivos eletrônicos, como sensores em colares, balanças, bebedouros e cochos automatizados. “Os pecuaristas estão atentos a tecnologias que fortalecem o acompanhamento do animal e do rebanho”, constatou Bolfe, destacando que chamou sua atenção o número de aplicações (32%) voltadas para o bem-estar animal.

O uso de tecnologias para gestão da propriedade foi responsável por 64% das respostas e 74% dos que ainda não têm essas ferramentas estão interessados em adotá-las. O uso de drones e imagens de satélite para mapeamento de áreas de pastagem e identificação de áreas degradadas, por exemplo, já é realidade para 35% dos entrevistados e está no foco de interesse de outros 60%.

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