Dia a dia do mercado pecuário em 11 de abril

Escassez de boiadas persiste e indicador fica estável em SP. Confira as notícias desta quinta-feira

Trégua nas chuvas faz oferta de gado subir no Norte do país

As chuvas deram uma trégua nesta quinta-feira na região Norte do país, fazendo com que a oferta de animais terminados fosse maior ao longo do dia, segundo boletim desta tarde da Informa Economics FNP.

Com a maior disponibilidade de gado pronto nos balcões de negócios, os preços do boi gordo recuaram na maior parte das praças do Norte brasileiro.

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Em Paragominas, no Pará, o valor do boi caiu para R$ 144/@, à vista, ante o preço de R$ 146/@ verificado na quarta-feira, de acordo com a FNP.

Na mesma praça, a vaca gorda foi negociada nesta quinta-feira a R$ 134/@, à vista, ante o valor de R$ 136/@ do dia anterior.

Valor da vaca gorda recua em SP com aumento de oferta

A maior oferta de vacas para abate na região Noroeste de São Paulo refletiu em queda de preço da arroba da fêmea nesta quinta-feira, relata a Informa Economics FNP.

Segundo a consultoria, a vaca gorda foi negociada a R$ 146/@ na praça paulista, a prazo (pagamento em 30 dias), com desvalorização de R$ 2/@ em relação ao preço do dia anterior.

Por sua vez, na mesma região, o valor do boi gordo ficou estável nesta quinta-feira, negociado a R$ 160/@, a prazo, informa a FNP.

Preço da arroba do boi fica estável

O Indicador Esalq/B3 do boi gordo fechou quarta-feira a R$ 158,80, à vista, em São Paulo, apresentando estabilidade em relação ao preço do dia anterior, segundo dados Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP).

Segundo informa a Scot Consultoria, de Bebedouro,SP, nos últimos 30 dias, o preço da arroba do boi gordo subiu 3,6% na praça paulista.

“No prazo de um mês, a cotação da arroba aumentou R$ 5,50, ressalta a analista Marina Zaia, acrescentando: “Isso quer dizer que, há um mês, um plantel de 300 cabeças de [email protected] valia R$ 30 mil a menos”.

Pecuarista com maior oferta tem maior poder de barganha 

Em tempos de oferta escassa de boiada gorda – situação atípica, já que o período atual é de safra de “animais de capim” no Brasil Central –, grande parte das programações de abate tem sido preenchidas com lotes picados, informa a Marina Zaia, da Scot Consultoria, de Bebedouro, SP.

Diante do cenário de baixa disponibilidade de gado, a analista dá a dica aos pecuaristas: “O produtor que tiver boiadas grandes deve ter mais poder na negociação com o frigorífico, pelo menos enquanto os animais do primeiro giro do confinamento não chegam”, observa.

Os bovinos da primeira etapa da engorda intensiva começam a entrar nas câmaras frias dos frigoríficos a partir de junho/julho.

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Conteúdo original Revista DBO