Dia a dia do mercado pecuário em 9 de maio

Oferta elevada mantém tendência baixista no mercado do boi gordo. Confira as notícias desta quinta-feira

Escalas de abate se mantêm no maior patamar desde janeiro/19

Mercado caminha com poucas variações na arroba nesta semana, mas as escalas dos frigoríficos continuam nos maiores patamares desde janeiro deste ano, informa a Agrifatto.

“A maior oferta de animais terminados decorre da campanha de vacinação e do diagnóstico de prenhez em fêmeas, já que produtores não desejam vacinar animais (contra a febre aftosa) que estão praticamente prontos para abate”, afirma a consultoria.

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O descarte de fêmeas vazias neste período do ano também é comum, com o intuito de diminuir a lotação das pastagens para a entressafra do capim.

No curto-prazo, o mercado deve seguir estável nos próximos dias, principalmente pelo período de maior consumo de carne bovina.

Com maior oferta, boi gordo segue com viés de baixa

Os preços do boi gordo continuam sendo pressionados negativamente pelo aumento de oferta de boiada nas principais regiões pecuárias do país.

Nesta quarta-feira, o Indicador do boi gordo Esalq/B3 registrou estabilidade, fechando a R$ 152,30, à vista, na praça paulista, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

No entanto, nas últimas semanas, a trajetória da arroba foi de queda – no período de um mês, o Indicador registra desvalorização de 3,4% ou de R$ 5,4/@.

O aumento de oferta de boi gordo neste período do ano era esperado pelos analistas que acompanham o mercado, já que os pecuaristas se preparam para enfrentar o período de seca e preferem desovar seus estoques antes do início do processo de deterioração na qualidade das pastagens.

Preço médio do boi gordo atinge maior desde fevereiro

Levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) mostra que, em termos reais (preços deflacionados pelo IGP-DI de março de 2019), o valor médio mensal do Indicador boi gordo Esalq/B3 subiu 2,8% em abril, para R$ 157,29/@, em relação ao mês anterior. Foi o maior preço médio (corrigido pela inflação) desde fevereiro de 2018, quando a média real ficou em R$ 157,98.

“Esse cenário indica relativa firmeza nos preços do boi gordo neste ano, que vem sendo marcado pela oferta restrita de animais para abate e também pelo bom desempenho das exportações”, justifica o Cepea

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