Do material genético ao prato, a produção animal é fiscalizada em toda a cadeia

Os Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Affas) estão presentes em todos os pontos da cadeia e trabalham arduamente para que esses produtos cheguem com alta qualidade para os consumidores. A fiscalização mostra-se ainda mais relevante no cenário de emergência sanitária que vivemos pela pandemia da covid-19.

A cadeia de produção de proteína animal brasileira é extremamente importante tanto para a alimentação quanto para a economia do país e requer fiscalização constante para funcionar de forma segura e eficaz. Os Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Affas) estão presentes em todos os pontos da cadeia e trabalham arduamente para que esses produtos cheguem com alta qualidade para os consumidores. A fiscalização mostra-se ainda mais relevante no cenário de emergência sanitária que vivemos pela pandemia da covid-19.

“A fiscalização começa antes da porteira”, conta Antonio Andrade, diretor de política profissional do Anffa Sindical. “Os insumos utilizados, como material genético, medicamentos veterinários e rações, são inspecionados pelos Affas. Esses profissionais são essenciais para garantir a saúde e a produção animal e temos um número expressivo de estabelecimentos registrados e fiscalizados regularmente”, continua. A atuação requer que tenham competência e conhecimento técnico especializado.

“Já dentro da porteira, nos estabelecimentos produtores, controlamos as ações relativas à saúde animal por meio dos programas sanitários”, diz Antonio Andrade. “Esses programas são coordenados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em nível federal e sua execução é feita em conjunto com as secretarias de agricultura dos estados e as agências de defesa agropecuária. Por fim, a execução por parte do criador. É uma engrenagem complexa”, continua. Também dentro dos estabelecimentos, são realizados os controles de bem-estar animal, aplicação dos insumos, incentivo ao cooperativismo, agroecologia, registro de produtos com denominação de origem, transferência de tecnologias, bem como a rastreabilidade dos produtos para que seja possível identificar sua origem e agir de forma precisa.

O final da cadeia, o pós-porteira, envolve o transporte, o abate, o processamento e a comercialização dos produtos finais. Os Affas garantem que os animais estão livres de doença que podem causar danos à saúde pública e certificam que os abatedouros e processadores lácteos seguem todas as normas de sanidade e higiene. Cerca de 922 Affas atuam somente nessa área. Atualmente, estão registrados no Mapa 3.313 estabelecimentos produtores de proteína animal. Permeando o processo estão os Laboratórios Federais Agropecuários (LFDA) e o sistema de vigilância agropecuária (VIGIAGRO). A comercialização internacional tem a participação dos Affas Adidos Agrícolas.

“Essa cadeia, que começa no campo, a gente segue até o final. Tudo para manter a segurança e a engrenagem funcionando”, conta Antonio Andrade. “Está sendo um trabalho árduo e complicado especialmente durante a crise atual, mas conseguimos manter todas as atividades em funcionamento. Os Affas estão atuando presencialmente nas linhas de frente, e tomamos várias ações para proteger a saúde dos servidores. Não somente estamos atendendo à demanda usual da produção de carne, mas lidando com um aumento considerável na exportação”, continua.

A carreira de Auditor Fiscal Federal Agropecuário (Affa) completou 20 anos em 30 de junho, mas as atividades de fiscalização que realiza acontecem há muito mais tempo. O Sistema de Inspeção Federal (SIF), responsável pelos produtos de origem animal, foi fundado há 105 anos. Isso atesta a qualidade da fiscalização brasileira, reconhecida mundialmente e que coloca o Brasil entre os maiores produtores de alimentos.

Sobre os Auditores Fiscais Federais Agropecuários

O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) é a entidade representativa dos integrantes da carreira de Auditor Fiscal Federal Agropecuário. Os profissionais são engenheiros agrônomos, farmacêuticos, químicos, médicos veterinários e zootecnistas que exercem suas funções para garantir qualidade de vida, saúde e segurança alimentar para as famílias brasileiras. Atualmente existem 2,5 mil fiscais na ativa, que atuam nas áreas de auditoria e fiscalização, desde a fabricação de insumos, como vacinas, rações, sementes, fertilizantes, agrotóxicos etc., até o produto final, como sucos, refrigerantes, bebidas alcoólicas, produtos vegetais (arroz, feijão, óleos, azeites etc.), laticínios, ovos, méis e carnes. Os profissionais também estão nos campos, nas agroindústrias, nas instituições de pesquisa, nos laboratórios nacionais agropecuários, nos supermercados, nos portos, aeroportos e postos de fronteira, no acompanhamento dos programas agropecuários e nas negociações e relações internacionais do agronegócio. Do campo à mesa, dos pastos aos portos, do agronegócio para o Brasil e para o mundo.

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Fonte:  Re9 Comunicação

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