É hora de controlar as cigarrinhas das pastagens

Propriedade localizada no interior de São Paulo em Regente Feijó abriu as porteiras para as novas tecnologias do Grupo Matsuda com a utilização do cultivar MG 12 Paredão

 

Imagine uma pastagem verdinha. De alta produção e que seja livre das temidas cigarrinhas, isso é sinônimo de pecuarista satisfeito, não é mesmo? Sabia que tudo isso é possível? A Estância Itajobi, é exemplo disso.

A propriedade localizada no interior de São Paulo em Regente Feijó abriu as porteiras para as novas tecnologias do Grupo Matsuda com a utilização do cultivar MG 12 Paredão. (Sua principal característica: a alta produção de forragens, com folhas largas e compridas, rebrota vigorosa, rápida e uniforme. Além de boa tolerância à seca, se comparada a outras cultivares de Panicum existentes no mercado.

“Muito bom, muito bom mesmo, o outro que tinha aqui não dava resultado, nós até achamos que no começo as vacas podiam estranhar um pouco, porque elas não estavam acostumadas com esse tipo de capim, mas elas se adaptaram muito bem, o leite já subiu e nós estamos na expectativa de subir mais ainda”, comenta o gerente da Estância, Vagner Marques Cunha. De acordo com ele, antes de notar o vigor a campo, o que surpreendeu foi a germinação “nós jogamos 30 kg por alqueire e nasceu bem rápido”, diz.

Entre as vantagens de se trabalhar com o Panicum Maximum Paredão, destacam-se: “além do material produtivo ser de 30 a 35 toneladas de matéria seca por hectare/ano, é ter uma maior taxa de lotação por hectare, conseguindo conduzir mais animais para piquete, com as altas de produção. O produtor vai conseguir aumentar a produção de leite e ao fazer o manejo correto ele terá um melhor retorno”, enfatiza o engenheiro agrônomo, Vinicius Nogueira.

Casa do boi e não da cigarrinha

Conhecida como uma das grandes vilãs das pastagens, as cigarrinhas (Mahnarva Fimbriolata), atendem pelos nomes de cigarrinhas da cana-de açúcar, cigarrinha vermelha ou das raízes, que, por sua vez, causam grandes danos na produção, já que o “ciclo desse inseto é mais curto em relação aos outros tipos de cigarrinha e se propagam de maneira muito mais rápida”, alerta o técnico agrícola, Gilson de Oliveira.

O MG 12 Paredão também é conhecido como a casa do boi e não da cigarrinha, fama que se dá pela barreira física e química presente no joçal (fica na base da planta de 0 a 20 centímetros e protege dos ataques de insetos).
“Como tem essa barreira física a cigarrinha não aloca e não vem depositar os seus ovos, fazendo com que essa planta não seja um ambiente adequado para ela se propagar ou se reproduzir”, completa. Ainda de acordo com o especialista “a forma de controlar ou até mesmo evitar de vez o ataque das cigarrinhas é procurar plantas que tenham uma boa resistência, o Panicum Paredão é uma delas.

Uma outra característica que deve ser levada em consideração na planta, se tratando da questão química é a antibiose, ou seja “se a cigarrinha adulta pegar a planta ela vai estar ingerindo essa toxina e vai interferir no ciclo reprodutivo dela. Por exemplo, a cigarrinha que tinha um ciclo de vida de 30 dias passa a ter um ciclo menor de 10 ou 15 dias”, exemplifica o técnico.

Reduzindo o ciclo, a cigarrinha não tem condições para se proliferar ou até mesmo se multiplicar, isso quer dizer que através das barreiras físicas e químicas, pode se concluir que o MG 12 Paredão é resistente sim, as cigarrinhas.

Crédito fotos: Grupo Matsuda
Agência Responsável: Taxi Blue Comunicação Estratégica
Jornalista responsável: Marisa Rodrigues

 

 

Conteúdo patrocinado de responsabilidade do Grupo Matsuda
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