Embarques aquecidos ajudam a segurar preços domésticos do boi gordo em patamares elevados

Na maioria das praças pecuárias do País, as cotações da arroba ficaram estáveis nesta terça-feira; em SP, o 'boi-China' é negociado entre R$ 345 e R$ 350/@, informa a Scot Consultoria

O mercado brasileiro do boi gordo andou de lado nesta terça-feira, 18 de janeiro, refletindo o ambiente de baixa liquidez.

Diante da demanda doméstica desaquecida, as indústrias frigoríficas brasileiras direcionam as suas atenções às exportações.

“A demanda internacional, boa parte dela puxada pela China e os Estados Unidos, ajuda a manter os preços domésticos do boi do gordo nos atuais patamares”, relata a IHS Markit.

Segundo dados apurados pela Scot Consultoria, nesta terça-feira, as cotações dos animais terminados ficaram estáveis nas praças de São Paulo, em relação ao primeiro dia da semana.

Dessa maneira, o boi gordo é negociado em R$ 337/@, enquanto a vaca e a novilhas prontas para abater são vendidas em R$ 308/@ e R$ 326/@, respectivamente (preços brutos e a prazo).

Os negócios com o “boi-China” (abatidos mais jovens, com até 30 meses de idade) valem entre R$ 345/@ e R$ 350/@, acrescenta a Scot.

De acordo com levantamento da IHS Markit, as indústrias frigoríficas, sobretudo nas regiões localizadas no Centro-Sul do País, trabalham com escalas de abates relativamente confortáveis (entre 8 a 10 dias), efetivando compras pontuais de boiadas gordas e trabalhando abaixo da capacidade operacional.

Por outro lado, nas plantas processadoras na região Norte, as escalas abate seguem mais avançadas, até pelo menos 3 de fevereiro, observa a IHS.

Segundo a consultoria, a maior oferta de animais terminados na região de Paragominas, no Pará, reduziu em R$ 2/@ os preços da arroba do macho nesta terça-feira, agora negociado em R$ 292/@.

Porém, nas demais praças pecuárias, as cotações do boi gordo não sofreram alterações, operando acima de R$ 315-320/@ em grande parte do País, informa a IHS.

Cotações máximas desta terça-feira, 18 de janeiro, segundo dados da IHS Markit:

SP-Noroeste:

boi a R$ 340/@ (prazo)
vaca a R$ 310/@ (prazo)

MS-Dourados:

boi a R$ 315/@ (à vista)
vaca a R$ 300/@ (à vista)

MS-C.Grande:

boi a R$ 317/@ (prazo)
vaca a R$ 305/@ (prazo)

MS-Três Lagoas:

boi a R$ 317/@ (prazo)
vaca a R$ 305/@ (prazo)

MT-Cáceres:

boi a R$ 315/@ (prazo)
vaca a R$ 300/@ (prazo)

MT-Tangará:

boi a R$ 315/@ (prazo)
vaca a R$ 300/@ (prazo)

MT-B. Garças:

boi a R$ 320/@ (prazo)
vaca a R$ 302/@ (prazo)

MT-Cuiabá:

boi a R$ 318/@ (à vista)
vaca a R$ 300/@ (à vista)

MT-Colíder:

boi a R$ 313/@ (à vista)
vaca a R$ 300/@ (à vista)

GO-Goiânia:

boi a R$ 320/@ (prazo)
vaca R$ 310/@ (prazo)

GO-Sul:

boi a R$ 320/@ (prazo)
vaca a R$ 310/@ (prazo)

PR-Maringá:

boi a R$ 315/@ (à vista)
vaca a R$ 291/@ (à vista)

MG-Triângulo:

boi a R$ 330/@ (prazo)
vaca a R$ 310/@ (prazo)

MG-B.H.:

boi a R$ 330/@ (prazo)
vaca a R$ 310/@ (prazo)

BA-F. Santana:

boi a R$ 315/@ (à vista)
vaca a R$ 305/@ (à vista)

RS-Porto Alegre:

boi a R$ 340/@ (à vista)
vaca a R$ 320/@ (à vista)

RS-Fronteira:

boi a R$ 340/@ (à vista)
vaca a R$ 320/@ (à vista)

PA-Marabá:

boi a R$ 293/@ (prazo)
vaca a R$ 288/@ (prazo)

PA-Redenção:

boi a R$ 293/@ (prazo)
vaca a R$ 288/@ (prazo)

PA-Paragominas:

boi a R$ 294/@ (prazo)
vaca a R$ 286/@ (prazo)

TO-Araguaína:

boi a R$ 296/@ (prazo)
vaca a R$ 285/@ (prazo)

TO-Gurupi:

boi a R$ 296/@ (à vista)
vaca a R$ 286/@ (à vista)

RO-Cacoal:

boi a R$ 300/@ (à vista)
vaca a R$ 291/@ (à vista)

RJ-Campos:

boi a R$ 315/@ (prazo)
vaca a R$ 296/@ (prazo)

MA-Açailândia:

boi a R$ 296/@ (à vista)
vaca a R$ 275/@ (à vista)

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