Exportação brasileira de carne bovina pode bater novo recorde com 2,7 milhões/t neste ano, prevê USDA

A produção brasileira de carne bovina deve chegar a 9,75 milhões de toneladas, o que pode significar um crescimento de 4,6% sobre o ano de 2021, destaca o Departamento de Agricultura dos EUA

A exportação brasileira de carne bovina é prevista em 2,68 milhões de toneladas neste ano de 2022, segundo o mais recente relatório “Pecuária e Aves: Mercados e comércio mundial”, elaborado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) e divulgado nesta quinta-feira (13/1).

O volume exportado poderia ser o maior já exportado pelo Brasil. O recorde até então foi o ano de 2020, com embarques totais de 2 milhões de carne bovina e que movimentou uma receita de US$ 8,48 bilhões, segundo a Secex.

Considerando os dados do órgão, o crescimento representaria um avanço de 15,5%. Mas se for comparado com o resultado apresentado recentemente pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, de 1,87 milhão de toneladas, o crescimento poderia chegar a 43,5%.

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O relatório americano é divulgado trimestralmente, a partir de janeiro. Na última publicação de 2021, em outubro, as exportações brasileiras estavam previstas em 2,32 milhões de toneladas. A próxima divulgação será em meados da segunda ou terceira semana de abril.

Produção

A produção brasileira de carne bovina deve chegar a 9,75 milhões de toneladas, o que pode significar um crescimento de 4,6% sobre o ano de 2021.

A produção nacional da proteína vermelha ganhou um incremento de 50 mil toneladas, em comparação a primeira estimativa do órgão.

Além da melhora da produção, o prognóstico é também de uma melhora no consumo interno de carne bovina, com aumento de 1,1%, chegando a 7,14 milhões de toneladas, o que responderia por 73,2% do total da carne bovina produzida no País.

Produção e consumo mundial

O crescimento mundial de carne é mais modesto, cerca de 1%, e pode totalizar 58,18 milhões de toneladas.

Os três maiores produtores são os Estados Unidos, com 21,3%; o Brasil, com 16,8%; e a China, com 11,9%.

Já em relação ao consumo interno, o órgão americano prevê o apetite de 56,26 milhões de toneladas de carne. Desse total, 22% devem ser dos americanos; 18% dos chineses; e 12,7%, dos brasileiros.

CLIQUE AQUI e confira na íntegra o relatório em inglês

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