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Exportação de gado vivo bate recorde e esquenta debate interno

Atividade ainda navega por mares intranquilos, repletos de desafios. Operação revela-se rentável, mais ainda complexa.

Um por um, os bovinos vão descendo do caminhão, em fila indiana, monitorados por estivadores; percorrem um pequeno corredor com laterais fechadas, para evitar que se distraiam; alcançam uma rampa inclinada, semelhante à usada para embarque em aviões, mas sem degraus, que dá acesso ao “navio boiadeiro” e vão ocupando seus vários andares. Essa cena – cada vez mais frequente em portos como São Sebastião, SP; Vila do Conde, PA, e Rio Grande, RS – ilustra bem uma modalidade em franca expansão: a exportação de gado vivo.

No ano passado, o País embarcou 810.047 cabeças, 102% a mais do que em 2017, faturando US$ 550,9 milhões e assumindo a segunda posição no ranking mundial de exportadores por via marítima, atrás apenas da Austrália. Trata-se de uma operação interessante, que remunera bem, mas muito intensa, complexa e nervosa”, define André Perrone, diretor da Companhia Agropecuária Monte Alegre (CMA), que trabalha há três anos com exportação de gado vivo. Da “originação” (compra de animais), a reportagem de capa de DBO deste mês de abril mostra todas as etapas deste processo, as oportunidades, desafios e riscos.

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