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IAC desenvolve técnica para colher alface com 8 vezes mais zinco

Hortaliça enriquecida concentra até 120 mg do mineral na planta. Falta do nutriente causa a morte de até 1 milhão de pessoas por ano
Foto: Pixabay

Utilizada há séculos na alimentação humana e continuamente presente nas saladas do dia a dia, a alface é de suma importância para a saúde. Atento ao consumo do vegetal, o Instituto Agronômico de Campinas (IAC) desenvolveu uma técnica de cultivo que permite o desenvolvimento de um “super alface”, com oito vezes mais zinco do que a quantidade encontrada no alface comum.

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“O alface é rico em água, cidra e fontes de vitaminas do complexo B que auxiliam em várias funções do nosso corpo. Além disso, é um alimento de baixa caloria. Não incluir esse alimento na dieta alimentar pode ocasionar em trato gastrointestinal se os nutrientes não forem compensados de outras fontes”, destaca a nutricionista Milene Massaro. De acordo com o Instituto, a deficiência do nutriente chega a provocar até 1 milhão de mortes por ano no mundo todo.

A técnica consiste na adubação com zinco, mineral que biofortifica a alface quando é aplicado ao solo e absorvido pela planta. O IAC destaca que a técnica pode ser aplicada em qualquer alface. No caso da pesquisa feita pelo instituto, foram usadas as variedades comerciais Vanda e Saladela por serem líderes no mercado – desenvolvidas por empresas privadas.

Segundo o pesquisador do IAC e coordenador do projeto, Luiz Felipe Purquerio, quase a totalidade do zinco fica biodisponível no vegetal, permitindo melhor absorção pela pessoa que o consome. “Essa técnica vai deixar a alface com zinco mais acessível à população”, avalia Purquerio.

Até o momento, a pesquisa no IAC está validade para alface somente. De acordo com Purquerio, a literatura aponta para o uso da técnica em outras folhosas, mas esses estudos ainda não foram feitos no Instituto. A RDA (Recommended Dietary Allowances) aconselha a quantidade mínima de ingestão diária de 12 mg de zinco para mulheres e de 15 mg para os homens.

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