Mão de obra é o principal gargalo da produção de leite em RO

Na ponta do lápis é que os dados se tornam palpáveis, diz presidente do Sindicato Rural de Ouro Preto do Oeste
Foto: Divulgação CNA

Técnicos do Projeto Campo Futuro estiveram na terça, 21, no município de Ouro Preto do Oeste, em Rondônia, para levantar os custos de produção da pecuária de leite da região. O encontro reuniu produtores rurais, técnicos e pesquisadores.

O assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Thiago Rodrigues, disse que o objetivo do painel foi definir a propriedade típica da região e discutir os desafios produtivos e os gargalos financeiros a partir dos resultados dos custos.

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“A nossa intenção foi mostrar para o produtor que o custo de produção é algo essencial no sistema produtivo e cabe a ele controlá-lo para ter certeza se a atividade está sendo rentável ou não”.

Segundo ele, o principal gargalo apontado pelos produtores foi o custo com mão de obra, que impactou em R$ 0,31 por litro de leite.

“O produtor precisa ter isso controlado em planilha, porque a partir daí ele consegue traçar iniciativas que vão diluir esse custo com mão de obra. A ideia é exatamente essa, saber onde está o gargalo do custo e trabalhar para obter um sistema produtivo mais eficiente”, explicou Thiago.

Para a presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Ouro Preto do Oeste, Kássia Jane Freire, a iniciativa foi importante para aproximar a CNA do produtor e ajudá-lo a melhorar a gestão dos cálculos e das contas da atividade.

“Foi fundamental saber o quanto estão gastando e lucrando com a pecuária de leite. Quando colocamos na ponta do lápis é que os dados se tornam palpáveis e os produtores conseguem enxergar melhor os resultados”.

“A metodologia apresentada mostrou que o produtor pode fazer uma dinâmica melhor da sua área e pode usar ferramentas para baratear os custos de produção, com isso ele aumenta o desempenho da produção de leite”, disse o produtor Rodrigo Venâncio Santana.

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