Mercado do café tem ritmo lento na semana

Indicadores tanto do arábica quanto do robusta recuaram no período, segundo o Cepea
Foto: pixabay.

O mercado físico voltou a se acalmar nos últimos dias, após a agitação observada no mercado no meio do mês. Negócios ainda foram fechados no spot, especialmente na terça e quarta-feiras (23 e 24), mas em volume inferior ao visto na semana anterior. Nos outros dias, a maior parte dos agentes consultados pelo Cepea esteve afastada do mercado, diante da desvalorização do dólar.

Nessa terça-feira, 30, o Indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto em São Paulo, fechou a R$ 442,26/sc, recuo de 3,18% em relação à terça anterior, 23. Para o robusta, o Indicador Cepea/Esalq do robusta tipo 6 peneira 13 acima fechou a R$ 329,30/saca de 60 kg nessa terça-feira, queda de 1,7% frente ao dia 23.

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Exportação

Os cafés do Brasil geraram US$ 3,536 bilhões de receita cambial com 23,644 milhões de sacas de 60 kg exportadas no período de janeiro a setembro de 2018, volume que representa um crescimento de 7,3%, se comparado com o mesmo período do ano passado, o qual atingiu 22,031 milhões de sacas. Do total exportado, 22,833 milhões de sacas (96,6%) destinaram-se a países importadores que não produzem café. Embora pouco expressivo em relação ao total de café exportado pelo Brasil, o volume de embarques para países produtores teve aumento de 57% em relação ao mesmo período de 2017, que foi de 517,264 mil sacas.

Fonte: Cepea e Cecafé.

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