Milho: clima seco no Sul mantém vendedores afastados e preços, em alta

Segundo pesquisadores do Cepea, as altas estão atreladas à retração de vendedores, que estão atentos ao clima predominante seco no Sul do País

Os preços do milho voltaram a avançar neste início de ano nos mercados nacional e externo.

Segundo pesquisadores do Cepea, no Brasil, as altas estão atreladas à retração de vendedores, que estão atentos ao clima predominante seco no Sul do País, e ao maior interesse de compradores, que precisam recompor seus estoques.

No campo, produtores do Sul do Brasil já iniciaram a colheita da safra verão, mas, com o andamento dos trabalhos de campo, começam também a calcular os danos da forte estiagem na região sobre a produção de milho.

Já no Sudeste e Centro-Oeste, as chuvas mais frequentes favorecem as lavouras.

Soja – Produtores do oeste do Paraná e do norte de Mato Grosso iniciaram a colheita da soja da safra 2021/22.

Pesquisadores do Cepea alertam, contudo, que a continuidade do clima desfavorável em importantes regiões produtoras de soja do Brasil tem feito crescer as expectativas de forte queda na produção.

Enquanto na metade Norte do País as chuvas estão em excesso, no Sul e em parte de Mato Grosso do Sul, o clima está predominantemente seco.

Diante disso, entidades governamentais e consultorias já vêm reduzindo as estimativas de produção para a atual temporada e os preços internos e externos da soja estão sendo impulsionados.

Na semana passada, o Indicador CEPEA/ESALQ – Paraná atingiu recorde nominal da série do Cepea, iniciada em julho de 1997.

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