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Minerva com foco Net Zero

Empresa pretende zerar emissões de carbono até 2035 e para obter maiores detalhes sobre esse programa ambicioso, a editora de DBO, Maristela Franco, conversou com o diretor de sustentabilidade da companhia, Taciano Custódio. Confira

“Queremos mostrar que nossa cadeia produtiva é sustentável, para mudar a imagem da pecuária.” – Taciano Custódio, diretor de sustentabilidade da Minerva Foods.

A Minerva Foods apresentou, no dia 15 de abril, seu plano de ações para se tornar uma empresa carbono neutro (Net Zero) até 2035, 15 anos antes do previsto no acordo de Paris. Nesta “corrida” (da qual participam os três maiores frigoríficos do País), a empresa investirá mais de R$ 1,5 bilhão, em diferentes projetos. O compromisso foi assumido publicamente, durante evento virtual, que contou com a presença do presidente da companhia, Fernando Queiroz. A Minerva Foods tem forte presença no Brasil e e outros países da América do Sul, onde pretende avançar com seu plano de sustentabilidade.

A empresa, que já monitora 100% de seus fornecedores diretos no Brasil, pretende fazer o mesmo no Paraguai até o final de 2021; na Colômbia, até 2023; no Uruguai, até 2025 e nos demais países, até 2030. A empresa também quer encarar de frente o desafio de monitorar os indiretos (produtores de bezerros e bois magros) no Brasil, cuja proporção não seria tão alta quanto se pensava (1,6 indiretos para cada direto). Nesta tarefa, contará com ajuda da plataforma Visipec, criada pela ONG NWF (National Wildlife Federation) e pela universidade americana de Wisconsin-Madison.

Nos testes preliminares, essa ferramenta apresentou grau de conformidade dos indiretos de 99%, bem acima das expectativas. Hoje, a Minerva monitora mais de 14 milhões de hectares, com mapeamento geográfico de fornecedores em todos os biomas brasileiros. A empresa também promete oferecer aos pecuaristas que lhe entregam gado, um aplicativo para que eles próprios monitorem seus fornecedores de bezerros.

A Minerva conseguiu zerar 100% de suas emissões nos escopos 1 (processo produtivo) e 2 (matriz energética), fazendo investimentos em tecnologias sustentáveis e comprando créditos de carbono. Agora, concentrará maiores esforços no chamado escopo 3, que é a cadeia de valor. O primeiro passo é fazer o balanço de carbono da pecuária, uma tarefa complexa, mas que contará com parceiros de peso. Para obter maiores detalhes sobre esse programa ambicioso, a editora de DBO, Maristela Franco, conversou com o diretor de sustentabilida da companhia, Taciano Custódio. Veja a seguir.

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