Negócios com boi a termo mantêm arroba firme no MT

Grandes lotes são entregues para abastecer primeiro giro do confinamento, diz FNP

No Mato Grosso, alguns frigoríficos estão optando pela atividade da “compra a termo” para fechar os negócios que envolvem lotes maiores de boiada gorda, relata a Informa Economics FNP.

“A entrega destes animais será realizada nos meses de junho e julho, período do primeiro giro de confinamento”, informa a consultoria.

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No mercado a termo, o pecuarista negocia seus animais diretamente com o frigorífico, definindo não apenas o valor da arroba, mas também a quantidade de bovinos e o dia do abate.

Esses negócios no Mato Grosso, diz a FNP, trouxeram certa estabilidade aos preços da arroba do boi gordo no Estado, com algumas exceções – há praças que estão apresentando particularidades em seus mercados.

Caso da região de Cáceres, que registra baixo volume de transações, apesar das escalas de abate mais largas. Assim, nessa praça, os negócios fechados pelos frigoríficos foram realizados nesta terça-feira a preços mais altos.

O boi gordo na região foi vendido a R$ 140/@, a prazo, com valorização diária de R$ 1/@. A vaca gorda foi negociada ontem a R$ 133/@, a prazo, também com alta de R$ 1/@.

Já em Colíder e Cuiabá, a maior oferta de animais resultou em quedas no preço das vacas gorda, que foram vendidas a R$ 126/@ e R$ 133/@, a prazo, respectivamente, com elevação de R$ 2/@ e R$ 1/@, de acordo com a FNP.

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Conteúdo original Revista DBO