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Novo protocolo de IATF eleva prenhez de vacas magras

Estudo mostra que resultado em fêmeas com baixa condição corporal melhorou após aplicação de dose adicional de prostaglandina

Até agora, vaca magra com bezerro ao pé era prenúncio de problema.

Por Denis Cardoso

No momento inicial da estação de monta tudo o que o pecuarista não deseja ver no curral de inseminação são vacas magras com bezerro ao pé – um prenúncio de que a taxa de prenhez dessas fêmeas, inseridas em protocolos convencionais de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), não será satisfatória, pois os resultados de fertilidade têm alta correlação com a condição corporal de cada animal.

Porém, um estudo de campo realizado pela médica veterinária Isabella Marconato revelou que é possível obter sucesso no trabalho reprodutivo mesmo quando há, nos bretes de inseminação, vacas magras paridas em anestro (ausência de manifestação de cio). Para isso, basta lançar mão de uma nova estratégia que contempla o uso de uma dose adicional de um fármaco hormonal já bastante adotado nos protolocos de IATF – a prostaglandina (PGF2α), que é utilizada para controlar a sincronização do cio, garantindo maior eficiência no programa reprodutivo.

Isabela Marconato,
mestre pela Unesp Botucatu

“O experimento comprovou que é possível melhorar significativamente [10 pontos percentuais a mais] a taxa de prenhez em vacas magras, no caso de aplicação de duas doses de prostaglandina (2,5 ml) durante o protocolo de IATF”, conta a autora do estudo, que recebeu orientação de José Luiz Moraes Vasconcelos (o professor “Zequinha”), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Botucatu, trabalho que culminou no título de mestre à pesquisadora.

Normalmente, na maioria dos programas de IATF, aplica-se uma única dose de prostaglandina, seja ela antecipada no D7 (protocolo de quatro manejos) ou no D9 (três manejos), ou seja, sete ou nove dias após o início do protocolo, no D0 (quando se faz a introdução do implante de progesterona). “A prostaglandina é de extrema importância nos protocolos de IATF, pois induz a regressão do corpo lúteo (CL) e, consequentemente, diminui as concentrações de progesterona, estimulando a liberação de pulsos de LH (hormônio luteinizante), que, por sua vez, promove o crescimento final do folículo, ocorrendo, assim, a almejada ovulação”, explica Isabella.

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