Menu
Menu

Alta oferta de soja e milho mantém cotações em baixa

Indicador Cepea/Esalq do milho atingiu o pior patamar desde fevereiro do ano passado na última sexta-feira

Soja e Milho mantêm movimento de baixa segundo  resultados apontados nas pesquisas do Cepea/Esalq. De acordo com nota da entidade publicada nesta segunda feira, o movimento baixista da soja se deve à forte desvalorização nos contratos futuros nos Estados Unidos.

As expectativas de safra volumosa na Argentina, a oferta nacional abundante e a demanda enfraquecida também contribuíram para pressionar o mercado. A queda no Brasil só não foi maior, explicam os pesquisadores do Cepea, devido à valorização do dólar e pelo elevado ritmo de embarques do grão, que estabilizou os prêmios de exportação e limitou a desvalorização do produto no país.

Com relação ao milho, o bom desenvolvimento das lavouras mantém a perspectiva de oferta elevada no segundo semestre, de acordo com pesquisas do Cepea. Já abastecidos e atentos a esse cenário, compradores consultados pelo Centro de Estudos afirmaram estar realizando negociações pontuais limitadas a pequenos lotes. Já produtores têm se mostrado mais interessados em negociar, tanto no mercado físico quanto no futuro. Nesse quadro, os preços seguem em queda.

Os números da soja: Indicador Esalq/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) recuou 3,5% a R$ 73,40 a saca de 60 quilos na sexta-feira, 3. Na mesma comparação, o Indicador Cepea/Esalq Paraná caiu 2,8%, a R$ 69,16 a saca de 60 quilos na sexta.

Já com relação ao milho, o Indicador Esalq/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), caiu 3,1%, fechando a R$ 33,21a saca de 60 quilos na sexta-feira, 3. No acumulado de abril, a baixa foi de 12,5%, com o Indicador voltando aos patamares de fevereiro de 2018, em termos nominais.

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on pinterest
Pinterest
Share on pocket
Pocket
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on skype
Skype
Share on email
Email
Share on telegram
Telegram
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on pinterest
Pinterest
Share on pocket
Pocket
Share on email
Email
Share on tumblr
Tumblr
Share on print
Print

Veja também:

Produtores já estão testando novo modelo de produção de novilhas

A Agropecuária JBJ, de GO, e a Fazenda Rancho Fundo, do MS, suplementam as fêmeas desde bezerras para desafiá-las na IATF aos 13-14 meses.

Você precisa adquirir uma de nossas assinaturas.

“Precocinhas” Nelore no confinamento

Os sistemas de produção de novilhas precoces também abrem caminho para a engorda dessas fêmeas para venda bonificada a programas de carne de qualidade.

Você precisa adquirir uma de nossas assinaturas.

Novilhas Nelore sob holofotes

Elas são as novas estrelas da pecuária, graças aos avanços em precocidade com prenhez aos 13-14 meses, e valorização nos projetos de carne gourmet. Agora, elas também são objeto de pesquisa da Apta-Colina para o desenvolvimento de sistema específico de produção, a exemplo do programa do Boi 7-7-7.

Você precisa adquirir uma de nossas assinaturas.

Café com frio

Especialista dá dicas de como evitar problemas com o frio no cafezal, cultura que gosta de “cabeça quente e pés frios”

SOBRE A MÍDIA DBO

A DBO Editores Associados, fundada em junho de 1982, sempre se caracterizou como empresa jornalística totalmente focada na agropecuária. Seu primeiro e principal título é a Revista DBO, publicação líder no segmento da pecuária de corte. O Portal DBO é uma plataforma digital com as principais notícias e conteúdo técnico dos segmentos de corte, leite, agricultura, além da cobertura dos leilões de todo o Brasil.

ANUNCIE DBO

Acompanhe aqui o vídeo da edição mais recente da Revista DBO. Para ver os destaques das outras edições, basta clicar aqui.

ASSINE A REVISTA DBO

Revista DBO Ligue grátis: 0800 110618 (Segunda a sexta, das 08h00 às 18h00)

2018 DBO - Todos os direitos reservados

×
×

Carrinho