Pagamento ao produtor de leite sobe em janeiro

Alta foi reflexo da queda de produção das principais bacias leiteiras e concorrência por matéria-prima
Foto: Pixabay

Os preços do leite ao produtor subiram no pagamento de janeiro/19 (referente a produção de dezembro/18) depois de quatro meses em queda. Considerando todos os estados pesquisados pela Scot Consultoria (média nacional ponderada), o aumento foi de 1,7%, frente ao pagamento anterior.

A alta foi reflexo da queda na produção de leite nas principais bacias leiteiras do país e maior concorrência entre as indústrias pela matéria-prima.

Em janeiro, segundo o Índice Scot Consultoria de Captação de Leite, a produção nacional diminuiu 2,2%, segundo os dados parciais. Para o pagamento a ser realizado em fevereiro/19, 56% dos laticínios pesquisados pela Scot Consultoria acreditam em alta no preço do leite e os 44% restantes falam em manutenção, em relação ao pagamento anterior.

O viés no mercado do leite é de alta em curto e médio prazos, levando em conta a queda prevista na produção nos próximos meses.

Os preços subiram também no mercado spot e no atacado e varejo de produtos lácteos, refletindo a menor disponibilidade matéria-prima e maior concorrência entre as indústrias.

No mercado spot, os valores máximos em São Paulo chegaram a R$1,70 por litro e em Minas Gerais foram verificados negócios em até R$1,75 por litro, posto na plataforma.

Custos também sobem – Neste início de 2019, o Índice Scot Consultoria de Custo de Produção da Pecuária Leiteira começou em alta. Em janeiro o indicador subiu 1,6% em relação a dezembro último. O aumento do salário mínimo e a alta dos preços dos concentrados energéticos, principalmente a do milho, puxaram o indicador para cima em janeiro.

Outros insumos, porém, contrapuseram a subida do índice, como os fertilizantes, medicamentos veterinários, suplementos minerais e defensivos agrícolas. A desvalorização do dólar impactou nas cotações.

No caso do farelo de soja, além do câmbio, a colheita (safra) da soja e aumento dos esmagamentos pressiona para baixo os preços no mercado brasileiro.

Fonte: Scot Consultoria

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