Se não tem preço, a boiada não sai do pasto

Saiba por que os pecuaristas conseguem aguardar preços mais atrativos para liquidar os primeiros grandes lotes

A pressão baixista persiste no mercado interno do boi gordo, mesmo diante da baixa oferta de animais prontos para abate, relata boletim vespertino da Informa Economics FNP.

“Os pecuaristas ainda aguardam preços mais atrativos para liquidar os primeiros grandes lotes de animais terminados no pasto”, afirma a consultoria paulista.

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De acordo com a Scot, por mais que a maior regularidade das chuvas nos últimos meses tenha garantido a melhoria na condição das pastagens – possibilitando que os pecuaristas segurem a boiada no pasto –, o fraco apetite dos compradores tem disseminado ajustes negativos na arroba em praticamente todas as regiões do País.

Nesta segunda-feira, 13 de janeiro, o boi gordo foi negociado a R$ 200/@ (30 dias para pagamento) no Noroeste do Estado de São Paulo, ante o valor de R$ 202/@ registrado na última sexta-feira, de acordo com dados da consultoria.

Na região de Cáceres, em Mato Grosso, o animal terminado vale hoje R$ 178/@ (a prazo), queda de R$ 2/@ sobre a cotação de sexta-feira. Em Campo Grande (MS), o boi gordo é vendido por R$ 187/@ (a prazo), ante o preço de R$ 190/@ de sexta-feira.

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Conteúdo original Revista DBO