Preço baixo estimula uso de caroço de algodão na ração

Reportagem do Valor destaca substituição do farelo de soja pela matéria-prima excedente da produção da pluma

Com o avanço na produção brasileira de algodão dos últimos anos, impulsionada sobretudo pelo aumento das exportações, formou-se um grande excedente de caroço da pluma no Brasil, que é direcionado em grande parte para o segmento de produção de rações para bovinos. Reportagem desta segunda-feira do jornal Valor Econômico mostra que, de 2016 a 2018, os preços do caroço caíram 52% no Mato Grosso, responsável por 65% da produção, segundo números do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Citado na reportagem, Rogério Coan, diretor técnico da Coan Consultoria, diz que, hoje, a cotação da torta de algodão está R$ 514 a tonelada, 38% mais barata que no começo de 2017, o que tornou essa matéria prima mais atrativa no uso da ração para bovinos em relação ao farelo de soja. O gestor técnico do Imea, Cleiton Gauer, concorda: “De um modo geral, usar torta de algodão no lugar de farelo tem compensado”, diz ele, ao Valor.

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Conteúdo original Revista DBO