Preços recordes para o boi gordo

Indicador Esalq atinge a máxima de R$ 164,60; na B3, contrato para maio bate R$ 177/@

Os preços do boi gordo nos mercados físico e futuro se mantêm em patamares firmes, influenciados sobretudo pela baixa oferta de animais terminados e pelo aquecimento das exportações.

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Na segunda-feira, 21 de outubro, o Indicador Esalq/B3/Cepea (praça paulista, valor à vista) fechou a R$ 163,90/@, com recuo de 0,43% em relação ao preço de sexta-feira, quando este índice bateu novo recorde histórico, fechando a R$ 164,60/@.

Na bolsa de mercadorias B3, o contrato com entrega para novembro fechou cotado em R$ [email protected] no pregão de ontem, com alta de R$ 0,75 em relação ao dia anterior. Os papéis com vencimento em dezembro bateram R$ 173,70/@, com ligeiro avanço na comparação diária.

Outro destaque fica para a movimentação do contrato de maio do ano que vem, marcando a máxima em R$ 177/@ na última quinta-feira (17), mas devolvendo parte dos ganhos no pregão da última sexta-feira, quando encerrou em R$ 175,60/@ (alta acumulada de 1,8% na semana).

“Os contratos futuros refletiram o mercado físico fortalecido, projetando preços mais altos para os próximos meses”, observa boletim da Agrifatto. Segundo a consultoria, nos últimos sete dias, o contrato do boi gordo com vencimento em dezembro deste ano subiu quase R$ 5/@, com o valor atual projetando alta de mais de 5% ante o preço da arroba no mercado físico.

Exportações

As exportações de carne bovina in natura referentes aos 14 (quatorze) primeiros dias úteis de outubro, contabilizaram um volume total de 108,37 mil toneladas e uma receita de US$ 476,39 milhões.

A média diária registrada ficou em 7,74 mil toneladas, alta de 31,38% em relação à média do mês anterior, e avanço de 25,27% frente ao desempenho do mesmo período de 2018.

De acordo com cálculos da Agrifatto, se o ritmo diário se repetir, pode ser exportado um volume próximo a 170 mil toneladas de carne bovina in natura neste mês. Se confirmado, o volume representará alta de 37,64% frente a quantidade embarcada em setembro/19, e avanço de 25,27% na comparação com o mesmo mês em 2018.

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Conteúdo original Revista DBO