Qual a melhor estratégia de intensificação na recria?

Sequestro ou alta suplementação, escolha deve incluir infraestrutura, manejo e disponibilidade para produzir volumosos.

Continue a leitura após o anúncio

Os produtores estão cada vez mais em busca de alternativas para melhorar o desempenho de seus animais na recria, fase mais crítica do ciclo produtivo. Como a maior parte dos bezerros é desmamada na entrada da seca, o desafio de ganhar peso recai justamente sobre os meses de menor oferta forrageira. Para contornar essa sazonalidade e garantir uns quilos a mais na balança, o pesquisador Gustavo Siqueira Rezende, da Agência Paulista de Tecnologias dos Agronegócios (Apta), unidade de Colina, SP, propõe duas estratégias nutricionais: alta suplementação ou sequestro. A escolha de qual caminho trilhar depende de fatores como infraestrutura, manejo da pastagem e disponibilidade de volumoso.

Seja qual for a escolha, o produtor deve estabelecer uma meta. Afinal, quantos quilos o animal deve ganhar nessa fase? “Ainda não temos informações suficientes para afirmar com certeza, mas acreditamos que o mais adequado seja um ganho entre 600 g/dia e 800 g/dia de peso vivo”, afirma Rezende. A preocupação em estabelecer uma diretriz faz todo o sentido. Embora alcançar esse ganho não seja tarefa fácil, na ânsia de turbinar a recria o produtor às vezes pisa demais no acelerador. “Se o animal ganhar muito peso nessa fase, acumula gordura precocemente, o que atrapalha o seu crescimento, além de aumentar o custo da arroba produzida”, afirma. Leia mais na edição de março de DBO

Compartilhe
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email

Publieditorial

2742961

Newsletters DBO

Os destaques do dia da pecuária de corte, pecuária leiteira e agricultura diretamente no seu e-mail.

Conteúdo original Revista DBO