Quinze confinamentos recebem a visita da expedição Confina Brasil na retomada das atividades

Projeto interrompido por causa da Covid-19 foi retomado, com expectativa de mapear estruturas que somam 1 milhão de bovinos

Na primeira semana de retorno das atividades do projeto e expedição Confina Brasil o saldo foi de 15 fazendas visitadas, reunindo uma capacidade estática de 85 mil animais. O projeto é uma iniciativa da Scot Consultoria, de Bebedouro (SP), e busca coletar informações dos sistemas de terminação intensiva pelas grandes regiões produtores de carne bovina no País.

A expedição foi iniciada em março e paralisada por conta da Covid-19. No final de setembro, as atividades foram retomadas. De lá pra cá, aconteceram visitas às propriedades no interior de São Paulo e de Mato Grosso do Sul.

A expedição continua visitando mais confinamentos, passando por também em Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. O objetivo do projeto é mapear um total de 80 confinamentos que reúnam 1 milhão de animais nestes cinco Estados, o que corresponde a 20% dos bovinos confinados no País.

“Embora tenha sido uma semana cansativa pelo forte calor e pelas longas distâncias, tem sido muito produtivo e gratificante. Em todas as fazendas que passamos a recepção pelos gestores e pecuaristas foi excelente. Todos foram bem solícitos e forneceram as informações que precisávamos”, diz Olavo Bottino, médico veterinário e diretor técnico do Confina Brasil.

Bem-estar e ILPF

Um dos pontos mais notados ao longo das visitas foi a forte adoção de mecanismos e técnicas para garantir o bem-estar animal, além de sistemas de integração com algum tipo de lavoura ou silvicultura.

Foi comum notar nos confinamentos o uso de sombreamento de árvores e aspersores de água, para proporcionar conforto térmico ao rebanho, e manejo de adaptação dos animais em piquetes.

No caso de sistemas de integração, além da rotação tradicional (grãos e pasto), tem produtor utilizando o algodão consorciado ao capim e inclusive com apoio da Embrapa na disseminação desse projeto.

“Vimos produtores cada vez mais diversificando a ILP com as mais variadas culturas, expandindo a integração para melhor aproveitamento do solo, principalmente em Mato Grosso do Sul que tem áreas muito arenosas”, diz Bottino.

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