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Carne premium sob demanda

Startup coloca pesquisadores na linha de frente para apontar como se chega ao bife desejado pelos clientes

Técnico do iBeef avalia escore de marmoreio em planta da JBS em Barra do Garças, MT.

Por Denis Cardoso

Filho de uma família de pecuaristas pioneiros que desbravou as terras ao sul do Mato Grosso na década de 1970, o pesquisador Angelo Polizel Neto comemorou, em fevereiro último, o aniversário de um ano de existência de seu maior e mais ambicioso projeto desde que concluiu, há 15 anos, o curso de graduação em medicina veterinária pela Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. Trata-se da startup “iBeef: Inteligência voltada à carne”. Ela busca descobrir, a partir de análises técnicos-científicas, os animais/progênies capazes de entregar aos consumidores um bife de alta qualidade, a chamada carne premium, reconhecida pela maciez, suculência e sabor, entre outras características.

“O nosso principal pilar é a busca científica por informações verdadeiras e imparciais sobre a carne de qualidade”, reforça Neto, que também é pecuarista – faz ciclo completo no Mato Grosso –, além de professor de zootecnia na Universidade Federal de Rondonópolis (UFR-MT).

Apesar dos efeitos devastadores da pandemia da Covid-19, logo após a criação da startup – sobretudo a paralisação, ainda que temporária, de vários setores da economia, como o segmento de food service (entrega de comida), um dos principais canais de escoamento da carne bovina –, o fundador da iBeef diz que o seu novo negócio seguiu em pleno funcionamento, sem percalços, embora tenha sofrido algumas modificações estruturais, em função dos protocolos sanitários de contenção do vírus mortal.

“Conseguimos atrair alguns parceiros importantes”, festeja Neto, referindo-se aos contratos de prestação de serviço firmados com a central ABS Pecplan; a Associação de Criadores de Nelore de Mato Grosso (ACNMT); o Grupo Origem Premium (da marca de carne Raça Araguaia, do pecuarista Raul Almeida, de Torixoreu, MT); e com a Celeiro Pecuária, pertencente ao selecionador de Nelore Marco Túlio Duarte Soares, de Rondonópolis). “Já realizamos 3.000 abates técnicos com amostragem e análise de carne para a ABS, e estamos próximos de 500 abates envolvendo animas dos projetos de carne da Origem Premium e da Celeiro Pecuária”, informa, completando que, a partir de junho próximo, vai acompanhar o abate de 180 novilhas Nelore para ACNMT.

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