Safrinha de milho deve ter produção de 72,11 milhões de t, diz INTL FCStone

Caso as projeções se confirmem, a produção ficaria cerca de 1 milhão de toneladas abaixo do volume recorde da temporada anterior

A primeira estimativa da INTL FCStone para a safrinha de milho do Brasil na temporada 2019/20 é de produção de 72,11 milhões de toneladas e área plantada de 13,17 milhões de hectares. Caso as projeções se confirmem, a produção ficaria cerca de 1 milhão de toneladas abaixo do volume recorde da temporada anterior, de 73,18 milhões de toneladas.

Já a área plantada representaria aumento de cerca de 300 mil hectares ante o período anterior. “Os preços mais sustentados e as exportações recordes podem acabar incentivando a safrinha”, opina a analista de mercado da consultoria, Ana Luiza Lodi.

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De acordo com comunicado da consultoria, a safrinha começa “com preocupações relacionadas à janela de plantio, em virtude de atrasos iniciais na safra de soja”.

Para a primeira safra do cereal, a estimativa para a produção do País aumentou em 184 mil toneladas em dezembro ante novembro, para 26,65 milhões de toneladas, 3,90% a mais do que em 2018/19.

A projeção da área plantada foi mantida em 4,17 milhões de hectares, aumento de 1,54% ante 2018/19. A FCStone projeta que as exportações de milho em 2019/20 totalizem 35,00 milhões de toneladas, e que os estoques finais fiquem em 10,70 milhões de toneladas. A demanda doméstica deve ficar em 68,50 milhões de toneladas.

Soja

A consultoria reduziu levemente, em 178 mil toneladas, a projeção de dezembro para a produção de soja em 2019/20, para 121,60 milhões de toneladas, ante 121,78 milhões de toneladas na projeção de novembro.

A nova estimativa ainda representa aumento de 5,71% ante a produção de 2018/19. A projeção para área plantada da oleaginosa foi mantida em 36,50 milhões de hectares, 1,74% a mais do que na safra anterior.

A FCStone projeta que o País exporte 72,00 milhões de toneladas de soja na safra, e que a demanda doméstica fique em 48,00 milhões de toneladas. Os estoques finais ficariam em 3,37 milhões de toneladas.

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Conteúdo original Revista DBO