São Paulo retira carência para transporte de bovídeos após vacinação contra a febre aftosa

Produtor rural não precisa mais aguardar até 15 dias para movimentar os animais
Foto: Divulgação.

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo atualizou as normas zoosanitárias com importantes mudanças, em especial, quanto às ações de vigilância da febre aftosa.

Com a publicação da Resolução SAA 60/2020, em consonância com as normas federais preconizadas pela Instrução Normativa 48/2020, não existe mais o período de carência para emitir a guia de trânsito animal (GTA) para bovinos e bubalinos de qualquer idade.

O produtor rural não precisa mais aguardar até 15 dias para movimentar os animais. Basta vacinar contra a febre aftosa os bovídeos da propriedade, que tenham de zero a 24 meses de idades, declarar a vacinação no sistema Gedave e já será possível emitir a GTA.

“O produtor rural tem o controle de seus animais e de seus negócios. Ele sabe que depende dele a vacinação e a informação no sistema para poder movimentar ou comercializar os seus animais dentro de sua necessidade e compromisso”, disse o médico veterinário Luciano Lagatta, que junto à Coordenadoria de Defesa dirige o Grupo de Defesa Sanitária Animal, lembrando que esta etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no Estado vai até o dia 30 de novembro e a comprovação da vacinação até o dia 7 de dezembro.

A Resolução também retira a obrigatoriedade de vacinar os animais vindos de “zona livre de febre aftosa sem vacinação” tão logo cheguem às propriedades de destino no estado de São Paulo, ficando condicionada a vacinação deste animal na etapa oficial subsequente de vacinação. Também foi retirada a exigência de vacinar bovídeos que chegam diretamente aos estabelecimentos de pré-embarque (EPE), destinados à exportação.

Já os bovídeos que ingressarem no Estado vindos de “zona livre de febre aftosa sem vacinação” para participar de eventos de exposição ou julgamento ou em centrais de coleta e processamento de sêmen terão a permissão de retorno à origem sem a exigência de serem vacinados.

Fica proibida a permanência e criação de animais suscetíveis à febre aftosa em lixões ou aterros sanitários, a utilização de resíduos desses ambientes para alimentação de animais e o fornecimento de restos de comida.

Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

Compartilhe
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email

Revista DBO | Ele quer todo gado na sombra

VEJA os destaques da edição de maio e o Especial Instalações e Equipamentos; na capa, a Agropastoril Campanelli investe em cobertura metálica dos currais e comprova ganho de mais de meia arroba por animal engordado na sombra

Revista DBO | Ele quer todo gado na sombra

VEJA os destaques da edição de maio e o Especial Instalações e Equipamentos; na capa, a Agropastoril Campanelli investe em cobertura metálica dos currais e comprova ganho de mais de meia arroba por animal engordado na sombra

Publieditorial

2742961

Newsletters DBO

Os destaques do dia da pecuária de corte, pecuária leiteira e agricultura diretamente no seu e-mail.