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Sensoriamento remoto por satélite ajuda no manejo de pastagem

Saiba como as imagens de satélite permitem às fazendas calcular, com maior precisão, as lotações e evitar problemas de superpastejo

Em fazendas como a Tio Vinta, no Paraná, não é o olho do dono que engorda a boiada, é a tecnologia.

Por Luiza Almeida

Consultor de pastagens há 20 anos, o engenheiro agrônomo Anderson Heinzen decidiu aliar sua experiência de campo com uma ajuda dos céus (os satélites). Em 2018, ao lado de Cláudio Luis Heinzmann, fundou a paranaense Databov, com escritórios em Corbélia e Salto do Lontra, PR, para medir a oferta de forragem nos pastos por meio de sensoriamento remoto. O objetivo é orientar o produtor no ajuste de sua taxa de lotação. Os testes com a tecnologia foram realizados ao longo de 2018 e, em 2019, o serviço passou a ser oferecido no mercado. Heizmann já tinha experiência na área de agricultura de precisão, devido a seu trabalho na Preciza, empresa especializada em sensoriamento remoto, mas para lavoura de grãos.

O serviço da Databov consiste na entrega mensal de um relatório aos clientes, pecuaristas, veterinários, agrônomos e até economistas, sendo necessário apenas o envio à empresa de um mapa da propriedade em KML (Keyhole Markup Language, na sigla em inglês), formato criado para armazenar dados geográficos associados à ferramenta Google Earth. A partir desse mapa, a fazenda é dividida em pastos, talhões ou módulos pela Databov, respeitando as necessidades da equipe de campo.

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O relatório indica a taxa de suporte de cada área e a média de lotação total da fazenda, ponto de partida para que o pecuarista possa se decidir por ajustes no manejo. Também auxilia na escolha do momento para a compra de animais, quando a taxa de lotação se mostra menor do que a de suporte, e na determinação da hora da venda, entrada no confinamento ou recalibragem da suplementação; neste caso, se a taxa de lotação superar a de suporte.

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