Setor prevê bons resultados com exportação de sêmen bovino

Previsão se baseia na forte demanda externa após a habilitação de duas empresas brasileiras pela Guatemala

O mercado de genética prevê forte demanda externa por sêmen bovino neste ano, após a habilitação de duas empresas brasileiras pelo Ministério da Agricultura da Guatemala, o Cenatte Embriões, de Pedro Leopoldo (MG), e a Semex Brasil, de Blumenau (SC). No ano passado, as exportações do setor já tinham crescido 22,5%

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Em nota, o gerente de Exportações do Grupo Semex, Mário Karpinskas, disse que a maior demanda da Guatemala é pelas raças leiteiras tropicais, como girolando e gir leiteiro, e as raças zebuínas de corte, como nelore.

“Vários pedidos para envio de sêmen e embriões foram feitos e devem seguir em breve para lá e, também, para outros países. No ano passado, triplicamos as exportações. E nos primeiros meses de 2019, já superamos todo o volume exportado em 2018”, informa Karpinskas.

Além dos países da América Latina, o mercado da Ásia também está crescendo neste segmento. “Há uma grande procura pela raça nelore, que puxou as exportações de sêmen no ano passado. A tendência é de que continue na liderança neste ano, pois é uma raça com grande capacidade de produzir carne, mesmo em países de clima adverso ou com pouca infraestrutura”, explica Karpinskas.

Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

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