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Silagem de cana: O que fazer para não errar

Com subprodutos e milho caros, silagem de cana volta à cena com força. Saiba como tirar máximo proveito desse volumoso!

Por Moacir José com colaboração de Maristela Franco

A silagem de cana começou a ser usada em 1998, em projetos de gado leiteiro. Somente a partir de 2003, ganhou espaço nos grandes confinamentos, tendo a alta produtividade (e baixo custo) como principal atrativo. Era, entretanto, vista como o “patinho feio” dos volumosos, devido ao menor teor de energia e às dificuldades na produção (ausência de boas máquinas para colheita; fermentação alcoólica, que gerava grandes perdas; partículas grandes, que dificultavam a compactação e segregavam no cocho, gerando desperdício).

Esses entraves foram sendo superados nas duas últimas décadas. Hoje, a silagem de cana, segundo seus usuários, tem boa granulometria (devido à colheita mecanizada com automotriz), estabilidade no silo e baixíssimo índice de segregação. Veja a seguir, como tirar máximo proveito desse volumoso:

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