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Sistemas integrados favorecem a reprodução

Estudo da Embrapa Silvipastoril aponta benefícios de sistemas integrados na precocidade reprodutiva de novilhas Nelore no nortão de Mato Grosso

Novilhas que ficaram com sombra nas áreas de ILPF tiveram maior concentração de hormônios.

Por Carolina Rodrigues

T anto a ILP (Integração Lavoura-Pecuária) quanto a ILPF (Integração Lavoura Pecuária Floresta) podem antecipar a puberdade de novilhas Nelore, revelando configurações interessantes sobre cada modelo e como eles podem ser utilizados para manejar categorias e subcategorias diferentes da fazenda. Esse foi o objetivo de recente pesquisa realizada pela Embrapa Agrossilvipastoril, de Sinop, MT, com 48 fêmeas com idades entre 12 e 14 meses.

Na fase de recria, por exemplo, a pesquisa mostrou que a integração lavoura pecuária foi determinante para que os animais atingissem o peso ideal para entrarem em reprodução, enquanto na fase pré-púbere, o sistema silvipastoril – com melhores condições de conforto térmico – proporcionou aumento da concentração do hormônio IGF-1, fortemente relacionado à precocidade sexual.

Para o pesquisador Luciano Lopes, a pesquisa apresenta uma nova perspectiva de manejo para as propriedades que têm a cria inserida no seu processo produtivo.

“Do ponto de vista prático, é importante ter essas estratificações. O produtor pode manejar animais pós-desmama em ILP para acelerar o ganho de peso e, na fase seguinte, colocá-los em ILPF para tentar um alcance melhor nos indicadores de concepção. São estratégias complementares muito interessantes”, avalia.

O experimento da Embrapa buscou validar os sistemas de produção a partir de indicadores reprodutivos, mas, acima de tudo, atender a uma demanda regional dos produtores: nos últimos 10 anos, cresceu a participação da cria nas propriedades do norte do Estado, fator que vem estimulando pesquisas na área e o envolvimento cada vez maior do setor produtivo.

VEJA TAMBÉM | Internet das Coisas monitora produtividade e bem-estar animal em sistemas de ILPF

Além da Embrapa, participaram do estudo a Acrimat (Associação dos Criadores de Mato Grosso) e a Acrinorte (Associação dos Criadores do Norte de Mato Grosso), que subsidiaram parte das despesas e cederam os animais.

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